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Surpresa e abatimento: como Richarlison reagiu a caxumba

Mesmo que o Brasil avance, atacante seguirá no hotel, isolado dos colegas, e tem poucas esperanças de voltar a atuar na Copa América

Por Luiz Felipe Castro 27 jun 2019, 21h15

PORTO ALEGRE – A notícia do afastamento de Richarlison, diagnosticado com um quadro de caxumba, pegou a todos na seleção brasileira de surpresa. Os médicos não trabalham com a possibilidade de corte no momento, mas o atacante demonstrou abatimento e já confidenciou a pessoas próximas que tem poucas esperanças de voltar a atuar na Copa América. Na melhor das hipóteses, poderia participar de uma eventual final, em 7 de julho, no Maracanã.

O jogador acordou com dores na região do pescoço na quarta-feira 26, mas treinou normalmente. Em seguida, reclamou com os médicos e foi levado para fazer exames. O resultado veio nesta manhã: com caxumba, teria de ficar isolado dos colegas entre três a cinco dias, pois a doença é contagiosa. A CBF tratou de vacinar os atletas para minimizar os riscos.

  • Muito querido pelo grupo, o “pombo”, como é apelidado, recebeu o apoio dos atletas e da comissão da técnica. Ele permanecerá no hotel em Porto Alegre nos próximos dias, acompanhado por uma equipe da CBF, enquanto o time, caso vença o Paraguai nesta noite, seguirá para Belo Horizonte, palco da semifinal.

    O jogador do Everton, que já estava na reserva, acredita que não há chances de atuar numa eventual semifinal, marcada para a próxima terça-feira, dia 2. “Ele precisa melhorar nos próximos dias para ser reintegrado. Como é muito forte e costuma ter recuperação rápida, tem esperança de chegar a uma possível final”, afirmou Oswaldo Botrel, assessor do jogador do Everton.

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