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São Paulo ficará quase 40 dias sem jogar se for eliminado do Paulistão

Estreia no Campeonato Brasileiro está marcada para o último final de semana de abril

A torcida do São Paulo corre o risco de ficar até 39 dias sem ver seu time jogar em 2019. Uma forçada e indesejada inter-temporada será inevitável em caso de uma eliminação na primeira fase do Campeonato Paulista, algo que passou a assombrar o clube após a derrota para o Palmeiras, no sábado, 16.

Atualmente o São Paulo ocupa o segundo lugar do grupo D do Paulistão, com 14 pontos, três a menos que o líder Ituano e dois a mais que o Oeste, que perdeu para o Corinthians no domingo, 17, – o Botafogo é o lanterna, com oito pontos. O São Paulo, portanto, depende só de si para alcançar as quartas de final, já que as duas melhores equipes da chave avançam.

Uma vitória na 12ª e última rodada da primeira fase, diante do São Caetano, na próxima quarta-feira, no Estádio Anacleto Campanella, garante a vaga, e até mesmo um empate pode ser suficiente. O Oeste enfrenta o Mirassol, em Barueri, também na quarta.

Além do Paulistão, o São Paulo tem o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil como torneios restantes em seu calendário neste ano, uma vez que foi eliminado na segunda fase preliminar da Copa Libertadores. O clube estreia nesses torneios a partir do fim de abril. Caso não se classifique às quartas de final do estadual, o São Paulo só voltaria a campo para uma partida oficial na estreia do Brasileirão, que tem a rodada marcada para os dias 27, 28 e 29 de abril.

A CBF já definiu os confrontos, mas ainda não confirmou as datas em que eles serão disputados. Caso a partida contra o Botafogo seja marcada para o dia 29 de abril, o clube ficaria 39 jogos sem jogar.

“Na quarta-feira temos uma partida contra uma equipe que briga contra o rebaixamento. Precisamos provar que somos capazes de classificar e mostrar evolução. Temos que acelerar alguns processos e fazer as escolhas certas, para que a gente possa enfrentar o São Caetano de forma diferente”, disse o técnico Vagner Mancini.