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Romário, titular da seleção PLACAR: ‘Nesse time, teria feito 2.000 gols’

Eterno camisa 11 forma ataque da seleção brasileira de todos os tempos, eleita por 170 jornalistas, com Pelé, Ronaldo e Garrincha

Por Klaus Richmond Atualizado em 19 fev 2021, 18h58 - Publicado em 19 fev 2021, 10h00

Na seleção brasileira de todos os tempos da revista PLACAR, a camisa 11 é dele. Romário de Souza Faria recebeu 97 votos dos 170 repórteres, narradores e comentaristas que elegeram não apenas os 11 titulares e um treinador, mas ainda dois luxuosos times reservas. A edição de fevereiro, de colecionador, chegou às bancas e plataformas digitais nesta sexta-feira, 19.

Além de perfis de cada um dos 33 atletas e três treinadores eleitos, a edição especial traz entrevistas com todos os titulares ainda vivos. Aos 55 anos, Romário, o herói do tetracampeonato na Copa do Mundo de 1994  se disse honrado com a escolha, contou que faria uma mudança no time titular e brincou sobre o número de gols que teria feito caso, efetivamente, tivesse atuado com Pelé, Garrincha e Ronaldo ao seu lado.

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  • Trocaria algum nome na seleção brasileira de todos os tempos? Eu colocaria o Ronaldinho Gaúcho no lugar do Falcão. Fora isso, estou de acordo com os outros nomes, seria realmente uma grande seleção.

    Lembramos sempre das inesquecíveis duplas Romário Bebeto e Romário-Ronaldo. O que seria para você formar um ataque na seleção ao lado de Ronaldo, com Garrincha e Pelé bem próximos? Se eu tivesse tido a oportunidade de jogar com Ronaldo, Garrincha e Pelé, eu certamente teria feito mais de 2 000 gols.

    Apesar de sua Copa perfeita, a seleção de 1994 é até hoje apontada como a de futebol menos vistoso, mas foi a que pôs fim a um jejum de 24 anos sem título. Qual a sua resposta para os críticos dessa seleção? Eu tenho consciência de que tecnicamente as seleções brasileiras que também foram campeãs do mundo, em 1958, 1962, 1970 e 2002, eram melhores do que a nossa de 1994 — mas não podemos esquecer que o time de 94 deixou o Brasil determinado a trazer a taça dos Estados Unidos. Estávamos decididos a ganhar, do primeiro ao último minuto, com determinação, reconhecendo os pontos fracos — mas também nossos pontos fortes.

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