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Presos por homicídio e roubo vencem Ronaldinho no futevôlei da prisão

Ídolo do futebol mundial segue detido em Assunção e costuma praticar esportes com outros detentos

Por Da Redação - Atualizado em 31 mar 2020, 12h57 - Publicado em 31 mar 2020, 12h49

Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto de Assis Moreira, seguem presos em Assunção, no Paraguai, acusados de falsificação de documentos. E até mesmo com a bola no pé, o ex-jogador do Barcelona vem experimentando frustrações. Segundo informações do diário paraguaio ABC Color, no último fim de semana, Ronaldinho e um parceiro foram derrotado em partidas de futevôlei por dois policiais presos, um por roubo e o outro por homicídio.

Ainda segundo a publicação, os adversários de Ronaldinho eram Yoni David Mereles Martínez, de 33 anos, que cumpre pena de dez anos por roubo parte de dinheiro recuperado de um assalto, e Édgar Ramón Ramírez Otazú, de 36, condenado a 18 anos por ter matado Fabio Ramón Cuenca Giménez com um tiro na cabeça, em um festival. Os dois se formaram juntos na polícia, em 2007.

Imagens curtas das partidas chegaram a viralizar nas redes sociais. Nelas, Yoni aparece com a camisa do clube paraguaio Cerro Porteño, enquanto Ronaldinho veste regata branca, bermuda e calçado.

Em recente contato com PLACAR, o diretor da prisão, Blas Vera, contou como é a rotina do ídolo mundial na prisão. “Os dias de Ronaldinho são quase sempre iguais. Acorda pela manhã, fica no pátio com os outros 25 detentos. Depois almoça, descansa, e por volta das 15h eles jogam futebol, para depois voltar a descansar”. O ex-jogador já participou de um campeonato interno de futsal, do qual foi artilheiro e campeão.

O surto de Covid-19 atrasou as investigações e a tendência é que Ronaldinho, detido desde 7 de março, siga preso por ao menos mais algumas semanas, já que a conclusão da perícia dos celulares dos envolvidos deve demorar. A polícia paraguaia ainda busca Dalia López, a empresária paraguaia suspeita de intermediar a produção dos documentos falsos e de liderar um esquema de lavagem de dinheiro, que está foragida.

 

 

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