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Prefeitura do Rio libera 10% de público para final da Copa América

Assim como já havia feito na decisão da Libertadores, Conmebol conseguirá incluir "torcida VIP" em Brasil x Argentina no Maracanã

Por Luiz Felipe Castro Atualizado em 9 jul 2021, 10h02 - Publicado em 9 jul 2021, 09h27

Haverá presença de público na final da Copa América entre Brasil e Argentina, no próximo sábado, 10, no Maracanã. A medida desejada pela Conmebol foi aceita pela prefeitura do Rio de Janeiro e consta em decreto publicado nesta sexta-feira, 9, no Diário Oficial. A presença será limitada a 10% da capacidade do estádio (cerca de 6.000 pessoas, portanto) e todos deverão ficar sentados e manter um espaçamento mínimo de dois metros entre cada pessoa ou família, diz o decreto.

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A Conmebol, que já havia conseguido incluir “torcida VIP” na final da última Libertadores, no mesmo estádio, entre Palmeiras e Santos, se comprometeu a realizar testes de Covid-19 em todos que entrarem no estádio, no prazo de 48 horas antes do jogo (ou seja, os testes já deveriam ter sido realizados). Quem testar positivo será barrado.

Procurada por PLACAR, a Conmebol, que assim que o Brasil foi confirmado como sede garantiu que não haveria público no torneio, não respondeu sobre o assunto até o momento. Já a organização do Maracanã informou que “está ciente das movimentações que estão sendo feitas, porém ainda não foi comunicado oficialmente pela organização do evento.”

  • Nesta manhã, em entrevista coletiva, o prefeito Eduardo Paes confirmou a medida “em caráter excepcional” e disse que a organização será diferente do que ocorreu na Libertadores, quando os torcedores ficaram aglomerados. “A gente teve a final da Copa Libertadores, liberamos para que tivesse 5.000 convidados. Eles concentraram todos em um só setor do Maracanã, o que foi um problema, por isso a Prefeitura multou. A mudança é essa: 10% de cada setor do estádio, com um espaçamento grande entre as pessoas. Pelo que entendo, são todos convidados da Conmebol e serão testados”, afirmou Paes.

    O prefeito ainda negou ter recebido pressão externa. “Não conheço ninguém da Conmebol e nem da CBF. Soube pela imprensa da solicitação, a secretaria de saúde tomou a decisão com toda a liberdade. Não houve qualquer tipo de pressão. As regras são bastante aceitáveis. A gente não vê problema.” Ele ainda confirmou que o desejo da Conmebol era realizar a final com 50% da capacidade. “Isso a gente não acha adequado. Liberamos 10% de cada setor do estádio, para evitar aglomeração”

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