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Polícia indicia Najila por denúncia caluniosa e extorsão contra Neymar

Acusação de estupro contra jogador foi arquivada por falta de provas; ex-marido da modelo também foi indiciado por fraude processual

Najila Trindade terá de responder a processos por denúncia caluniosa e extorsão, segundo informações divulgadas nesta terça-feira, 10, pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. A modelo de 26 anos acusou Neymar de estupro, mas o caso contra o atacante do Paris Saint-Germain foi arquivado por falta de provas.

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A decisão partiu da delegada Monique Lima, do 11º Distrito Policial de São Paulo, que também indiciou o ex-marido da modelo, Estiven Alves, por fraude processual e divulgação de conteúdo erótico de Najila.

Com base no conjunto probatório reunido durante as investigações, a delegada decidiu pelo indiciamento de N. e ESTIVENS ALVES, seu ex-companheiro, pelo crime de fraude processual (art. 347, parágrafo único, CP). Decidiu, ainda, por indiciar Alves pelo artigo 218-C, por divulgar material com conteúdo erótico de N. para um repórter, em troca de publicações suas na internet. Após o esclarecimento da materialidade delitiva, procedida à realização das respectivas perícias e oitivas, a autoridade também decidiu pelo indiciamento de N. nos crimes de denunciação caluniosa e extorsão”, comunicou a Secretaria.

O imbróglio judicial entre Neymar e Najila corre desde o dia 31 de maio, quando a modelo registrou um Boletim de Ocorrência contra o atleta de 27 anos, o acusando de estupro e agressão depois de um encontro entre eles em um hotel de Paris.

Cosme Araújo, advogado de defesa de Najila Trindade, informou que ainda não leu o relatório da decisão tomada pela delegada Monique Lima e que irá se manifestar posteriormente à leitura.