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Morre Luizinho Lemos, maior artilheiro da história do América-RJ

Ele estava internado desde 25 de maio, quando sofreu um infarto enquanto comandava o clube na Série B1 do Carioca

Por Gazeta Press 3 jun 2019, 01h39

Na manhã deste domingo, o técnico Luizinho Lemos morreu no Rio de Janeiro, aos 66 anos. Internado desde o dia 25 de maio, quando sofreu um infarto enquanto comandava o América-RJ na estreia da Série B1 do Campeonato Carioca (equivalente à segunda divisão), o maior artilheiro da história do clube carioca não resistiu ao problema sofrido.

“Luizinho nos deixou. O nosso herói. Dos gols maravilhosos, da vibração, de vitórias e de títulos, dentro do campo ou à beira do gramado. Sempre trabalhou por um America vitorioso e grande, pois nada diferente disso cabia em sua visão. Sempre te amaremos”, disse o América, em nota oficial.

O velório de Lemos será nesta segunda-feira, dia 3, entre 9h (de Brasília) e 12h30 (de Brasília), no Cemitério do Caju, no Rio. Logo após, às 13h (de Brasília), seu corpo será cremado.

  • Em todas as partidas deste domingo, foi respeitado um minuto de silêncio, inclusive no clássico carioca entre Botafogo e Vasco, em que a homenagem foi feita antes do começo da última etapa.

    Então atacante, Luizinho teve passagens por Palmeiras, Internacional, Flamengo e Botafogo, porém foi no América que cravou seu nome. Com 311 gols, se tornou o maior artilheiro da história do clube e participou do título da Taça Guanabara de 1974, conquista histórica do time. Como treinador do Rubro, venceu a Série B do Carioca no ano passado.

    Pelo time rubro-negro, também teve uma grande passagem entre os anos de 1975 e 1977. Foram 160 jogos com 95 gols marcados. Ele é irmão de César Maluco e Caio Cambalhota, também ex-jogadores.

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