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Max, ex-goleiro do Botafogo, tem morte cerebral confirmada

Ex-jogador de 42 anos sofreu edema cerebral e não responde a testes neurológicos

Por Luiz Felipe Castro - Atualizado em 26 jul 2017, 17h41 - Publicado em 26 jul 2017, 16h03

Foi confirmada nesta quarta-feira a morte cerebral do ex-goleiro Max, de 42 anos, que defendeu o Botafogo entre 2002 e 2007. O atleta estava internado havia um mês no Hospital da Lagoa, após sofrer um edema cerebral, e foi submetido a exames para comprovação de atividade neurológica, mas não houve resposta.

A morte cerebral foi confirmada a VEJA pelo doutor Haroldo Chagas, responsável pelo atendimento de Max. Pouco depois, o Botafogo soltou uma nota de pesar.

“Max foi goleiro do clube de 2003 a 2007, conquistando o Campeonato Carioca de 2006. Querido por todos, sempre foi um ótimo profissional e um exemplo como homem. O Botafogo manifesta seu pesar e solidariedade a familiares e amigos. Haverá um minuto de silêncio antes da partida contra o Atlético-MG, nesta quarta-feira”, escreveu o clube carioca em trecho do comunicado.

Max teve o edema 20 dias depois de sofrer uma tentativa de assalto no Rio de Janeiro, no qual os criminosos atingiram seu veículo. Os médicos não detectaram ligação entre a batida de carro e o edema cerebral, que teria sido causado por uma doença autoimune.

Max começou a carreira no Portuguesa da Ilha do Governador e passou por clubes como Bangu e América-RJ antes de chegar ao Botafogo, onde atuou em 85 partidas e foi campeão carioca de 2006. Defendeu o Vila Nova em 2008 e 2010, com passagem pelo Itumbiara em 2009. Foi campeão da série C do Campeonato Brasileiro com o Joinville, em 2011, e encerrou a carreira no Gama, dois anos depois.

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