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Libertadores: Sánchez é liberado para jogo entre Santos e Independiente

A Conmebol emitiu nota que permite a escalação do volante do Santos

Por Estadão Conteúdo Atualizado em 28 ago 2018, 18h27 - Publicado em 28 ago 2018, 18h16

A Conmebol recuou em uma de suas decisões e permitiu que o volante uruguaio Carlos Sanchéz entre em campo nesta noite, na partida entre Santos e Independiente, às 19h30 (de Brasília), no Pacaembu, pelo segundo jogo das oitavas de final da Libertadores. A entidade informou, em nota divulgada pelo Santos, que acatou o pedido da equipe paulista.

A entidade julgou o caso de Sánchez na tarde da última segunda-feira, mas deu o veredicto somente na manhã desta terça. Nele, decretou o Independiente vencedor da partida de ida, em Avellaneda, pelo placar de 3 a 0 – apesar do empate por 0 a 0 em campo -, graças à escalação irregular do uruguaio no confronto. Além disso, definiu suspensão de Sánchez o jogo desta terça.

Além da revolta pela punição da Conmebol, o Santos também criticou, em nota, a manutenção da suspensão a Carlos Sánchez, por entender que se trataria de uma ‘punição dupla’. Cerca de três horas antes do início do jogo, a confederação informou que acatou o recurso do Santos e tornou Sánchez apto para o jogo. O Santos precisa vencer por 4 a 0 para avançar às quartas.

  • Entenda o caso:

    A Conmebol emitiu um comunicado na última quarta-feira informando sobre a investigação. Sánchez foi suspenso por três partidas em 2015, quando jogava pelo River Plate, por agressão a um gandula, contra o Huracán, pela semifinal da Copa Sul-Americana. O uruguaio não disputou outras partidas da Conmebol desde então.

    A confederação, em 2016, declarou anistia, reduzindo pela metade as suspensões até aquele ano. Arredondando para baixo, Sánchez teria de cumprir um jogo de pena. O Santos, porém, consultou o Comet, programa da Conmebol para conferência de suspensões, e viu Sánchez liberado. O clube alegou outros casos em que o Comet foi levado em consideração – citou Zuculini, do River Plate, utilizado em sete partidas de forma irregular na Libertadores. O erro foi admitido pela Conmebol.

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