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Flamengo já teve outro Zé Ricardo de sucesso

Na década de 1980, meia homônimo do atual técnico foi destaque da base no Mengão

Por Redação PLACAR Atualizado em 20 fev 2017, 10h59 - Publicado em 1 ago 2016, 15h35

Na edição de 18 de maio de 1987, PLACAR trazia na capa um jovem talento do Flamengo, que havia sido herói na vitória do time por 1 x 0 sobre o Botafogo. Zé Ricardo, homônimo do atual treinador do clube, era destaque.

O jogo foi no dia 10 de maio, pelo segundo turno do carioca. Com a vitória, o Flamengo continuou vivo no torneio e se classificou para o terceiro turno, que venceu e acabou chegando ao triangular final, quando acabou derrotado pelo Vasco.

Por ajudar o Flamengo nessa vitória, Zé Ricardo acabou ganhando um perfil na revista, como o bom menino do Flamengo. O “bom menino” não fumava, não bebia e guardava seu dinheiro na poupança. Destacava-se pela qualidade com a qual batia faltas e tinha como ídolo de criança o rival Roberto Dinamite.

Foi campeão carioca de juniores em 1986, vencendo o Vasco, seu time da infância na final. Dali em diante tornou-se flamenguista. A estreia no time profissional aconteceu em 28 fevereiro de 1986, no sábado de Carnaval, em amistoso diante da Cabofriense, em vitória de 2 x 0.

Com Andrade e Adílio, vinha aprendendo bastante no Mengão, enquanto tinha amizade com Alcindo, com quem convivia na base. 

Este Zé Ricardo (José Ricardo Kalil de Azevedo) ficou no Flamengo até 1988, quando saiu para o Bangu, por empréstimo, em 1989. Voltou ao Fla de 1990 a 1992, conquistando o Brasileiro de 1992. Depois ainda jogou em Ceará e Americano, mas acabou não virando o craque que prometia ser na base. Foram 71 jogos pelo Mengão, com cinco gols.

O atual treinador do Flamengo é José Ricardo Mannarino, que jogou apenas na base, como zagueiro de São Cristóvão e Olaria. Depois disso, jogou futsal até os 25 anos de idade. 

Começou sua carreira de treinador também no futsal, passando por Vila Isabel, Vasco, Botafogo e Flamengo. Depois disso, trabalhou na base do Flamengo, em Mirim, Infantil e Juniores, saindo apenas de 2009 a 2011, para defender o Audax-RJ.

Leia a entrevista completa nas páginas 30 a 33

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