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Fifa aprova expansão da Copa do Mundo de futebol feminino

Mundial de 2023, ainda sem sede definida e com Brasil no páreo, terá 32 seleções

Por Estadão Conteúdo - 31 jul 2019, 17h33

A Fifa anunciou nesta quarta-feira, 31, em decisão unânime de seu Conselho, a expansão do Copa do Mundo feminina de futebol de 24 para 32 seleções, com efeito a partir da próxima edição do torneio, marcado para 2023. A mudança faz parte dos planos do presidente da entidade, o suíço Gianni Infantino, anunciados depois da realização da competição na França, encerrada no último dia 7, com título dos Estados Unidos.

“O sucesso surpreendente da Copa do Mundo Feminina da Fifa deste ano na França deixou muito claro que este é o momento de manter o ritmo e tomar medidas concretas para promover o crescimento do futebol feminino. Fico feliz em ver essa proposta – a primeira de várias – se tornando uma realidade”, disse Infantino, em comunicado oficial.

“A expansão vai muito além das oito equipes participantes adicionais. Isso significa que, a partir de agora, dezenas de outras associações organizarão o programa de futebol feminino sabendo que têm uma chance realista de se classificar. A Copa do Mundo Feminina da FIFA é o gatilho mais poderoso para a profissionalização do futebol feminino, mas acontece apenas uma vez a cada quatro anos e é apenas o topo de uma pirâmide muito maior”, completou o dirigente.

O Mundial de 2023 ainda não tem sede definida. Como o processo de escolha já estava em andamento – nove candidaturas, incluindo a do Brasil, tinham até 4 de outubro deste ano para apresentar seus projetos -, a Fifa liberou a inclusão de novos concorrentes e aumentou o prazo para a adequação das propostas já existentes para um número maior de participantes.

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A partir de agora, novas candidaturas e a confirmação das antigas devem ser feitas até o final de agosto. Depois disso, o prazo para o envio das propostas foi estendido para o mês de dezembro. Em 2020, a Fifa publicará o relatório de avaliação em abril e anunciará a candidatura vencedora no mês seguinte.

Na edição recém finalizada, os Estados Unidos se tornaram tetracampeões mundiais ao derrotarem a Holanda na final, em Lyon, por 2 a 0. A Suécia ficou com o terceiro lugar e o Brasil foi eliminado nas oitavas de final pela anfitriã França.

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