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Festa do tetra tem ‘vingança’ da Itália e trégua entre Romário e CBF

Seleção italiana de ex-jogadores venceu amistoso por 1 a 0, com gol de Massaro, em Fortaleza

Por Da Redação 10 jan 2020, 11h30

Mais de 25 anos se passaram até que, enfim, saísse um gol com bola rolando na decisão entre Brasil e Itália. Para a sorte dos brasileiros, o tento italiano de Daniele Massaro veio apenas em um jogo festivo. Os ex-jogadores das duas seleções se reuniram nesta quinta-feira, 8, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, para uma homenagem à final da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, onde o Brasil conquistou o tetracampeonato nos pênaltis, após empate em 0 a 0. Desta vez, a Itália venceu por 1 a 0, e sem sua principal estrela da época, Roberto Baggio, ausente alegando compromissos profissionais.

A grande estrela da festa, no entanto, esteve em campo. Romário, herói do tetra e hoje senador, deixou as diferenças de mais de duas décadas com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e, ao contrário do que fez nas festividades do tetra no ano passado, decidiu participar. Em boa forma aos 53 anos, o camisa 11 chegou a levantar a torcida, mas seu gol foi anulado por impedimento.

Participaram da festa vários atletas que estiveram na final no Rose Bowl, em 1994, com destaque para Taffarel e Bebeto, pelo Brasil, e Franco Baresi e Gianfranco Zola, pela Itália. O Brasil foi melhor no jogo e chegou a acertar uma bola na trave com Paulo Sérgio. Ainda teve outro gol anulado, equivocadamente desta vez, por impedimento de Jorginho.

  • No fim, Massaro, que junto com Baresi e Baggio desperdiçou um pênalti na final de 1994, conseguiu sua vingança ao aproveitar rebote na área e empurrar para as redes de Gilmar Rinaldi. Antes da partida, Romário, que vestiu a braçadeira de capitão na ausência de Dunga, recebeu uma placa do presidente da CBF, Rogério Caboclo, e posou para fotos. Em entrevistas depois da festa, o Baixinho afirmou que sua presença no jogo não tem nada a ver com seu papel de senador e agradeceu o convite da CBF e de seus colegas. Disse também que o Brasil “perdeu quando podia perder”.

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