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Entenda como funciona a classificação dos estádios brasileiros

Veja qual a classificação do estádio que você frequenta

O Ministério do Esporte lançou o sistema de classificação de estádios, que consiste, primeiramente, em uma vistoria que gera nota em forma de ‘bolas’: cinco bolas é a máxima e uma bola a mínima. 

Todos os estádios da Copa receberam a classificação máxima, com exceção da Arena Pantanal, que ficou com quatro. Durante dois anos de trabalho de campo, foram vistoriadas 155 arenas em 129 cidades, de norte a sul do país. Ao todo, treze estádios ganharam cinco bolas, três ficaram com quatro, 51 levaram três, 59 tiveram duas e 29 arenas receberam apenas uma bola. A validade da classificação inicial é de três anos.

Para ver a classificação de ‘seu’ estádio acesse 

O ministro George Hilton, ciente que isto inaugura um novo ciclo virtuoso no futebol, diz: “A intenção não é criar um ranking dos estádios, o que queremos é mostrar a qualidade deles, aprimorar o que já é bom e melhorar o que precisa ser aperfeiçoado”.

A metodologia de classificação adotada no recém-criado Sisbrace se fundamenta no Estatuto de Defesa do Torcedor e os requisitos de classificação se ajustam às demandas legais e aos critérios estabelecidos para proporcionar o bem estar do torcedor; por isso foram divididos em Mandatórios (M), aqueles fundamentados nas normas, e Eletivos (E), os que acrescentam qualidade. Os itens estabelecidos criteriosamente pelo Ministério do Esporte abrangem estas áreas de classificação: conforto, acessibilidade, segurança e vigilância sanitária.

O ME também lançou o Aplicativo ‘Olheiros’, onde o torcedor poderá on line enviar seus comentários, críticas e elogios sobre as condições dos estádios, informações que serão acessadas pelos gestores deles e pelos órgãos reguladores. O programa também disponibiliza informações uteis ao torcedor, como localização, acesso, transito e meios de transporte disponível, entre outras.