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Em busca do 1º troféu, Messi prevê final ‘duríssima’ contra Neymar

Craque argentino disse estar "mais esperançoso do que nunca" antes do clássico do próximo sábado, no Maracanã

Por Da Redação 7 jul 2021, 01h21

Aos 34 anos, Lionel Messi terá mais uma sonhada chance de, enfim,  erguer um troféu com a seleção argentina adulta, numa das melhores ocasiões possíveis: diante do Brasil, pela decisão da Copa América, no Maracanã (sem torcida). A pandemia, além dos péssimos gramados e regulamento esdrúxulo, tornaram a competição bastante desinteressante até então. Mas agora é diferente: trata-se de um clássico, repleto de rivalidade, no qual a Argentina fará de tudo para encerrar um jejum que já dura 28 anos.

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Messi, artilheiro do torneio com quatro gols, além de cinco assistências, falou na madrugada desta quarta-feira, 7, após a vitória sobre a Colômbia, nos pênaltis, no Mané Garrincha, em Brasília.  Ele comentou sobre a frase do amigo Neymar, que na véspera disse que torceria pela Argentina, e demonstrou confiança.

  • “Obviamente será duríssimo, sabemos do potencial do Brasil, do que é Ney individualmente, do que são como equipe, são os últimos campeões da América, e nós vamos com muita vontade”, disse, sobre seu ex-companheiro de Barcelona, ao canal Directc Sports.

    “Estamos os dois na final, sei que Neymar disse isso pelo de sermos amigos e queria que eu também estivesse na final. É a final que todos esperavam. Com certeza, será uma final equilibrada e complicada. Estamos muito esperançosos, conseguimos o primeiro objetivo que era jogar todos os jogos, e agora vamos mais esperançosos que nunca na busca por essa Copa”, completou na sequência, à emissora TyC Sports.

    O craque mencionou as dificuldades de disputar um campeonato em meio a uma pandemia. “Estamos muito felizes, pessoalmente me toca jogar mais uma final, o que mais quero é ganhar um título com a seleção. Mas, independentemente de ganhar a taça ou não, creio que desfrutei muito destes 45 dias difíceis sem ver minha família. Alguns dos atletas foram pais e não puderam ver seus filhos no dia dos nascimentos, que é o mais importante da vida. Todo esse sacrifício, este esforço pelo objetivo, e agora estamos aí.”

    Messi ainda relembrou o duelo da edição passada, na qual o Brasil venceu na semifinal. “Na Copa passada, o grupo se fortaleceu, terminou com uma boa imagem, e novamente fomos de menos a mais.”

    Na última decisão entre Brasil e Argentina na Copa América, em 2007, a equipe dirigida por Dunga levou a melhor por 3 a 0, na Venezuela. Aquela foi a primeira das quatro finais perdidas por Messi pela seleção (houve ainda duas derrotas para o Chile, nas finais continentais de 2015 e 2016, e uma diante da Alemanha, na Copa do Mundo de 2014).

     

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