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Doze em campo: Torcedores tomam as decisões pelo clube

Clube capixaba é mais uma tentativa de time controlado pelo torcedor, mas tem influência vascaína

Por Dimitrius Pulvirenti Atualizado em 20 fev 2017, 10h51 - Publicado em 6 ago 2015, 18h29

Na segunda divisão capixaba, o Doze Futebol Clube é mais uma tentativa de time administrado pela torcida. A diferença está no comando: os ídolos do Vasco Sorato (técnico) e Carlos Germano (auxiliar). Os dois foram contratados após eleição entre os sócios-diretores, como são chamados os torcedores que pagam mensalidade para decidir a gestão da equipe – recentemente, decidiram contratar o volante Jonílson, também ex-Vasco, e abaixar o preço da própria mensalidade.

“É como qualquer outro time, mas tenho mais segurança porque só serei avaliado pelos sócios após o término do contrato”, diz Sorato. Idealizador do projeto, Israel Levi se baseia em pesquisas para acreditar no empreendimento: “A decisão coletiva gera 90% de acerto”, diz o executivo e torcedor do Vasco. “Tudo é vigiado. Não pode nem dar um migué, né?”, brinca Jonílson.

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