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Corinthians e Palmeiras fazem 1º clássico do centenário

Cem anos após o primeiro clássico da história, rivais se enfrentam pela primeira vez no ano, em Itaquera, com treinadores pressionados e torcida única

Por Da redação - Atualizado em 22 fev 2017, 14h31 - Publicado em 22 fev 2017, 14h20

Corinthians e Palmeiras abrem nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), em Itaquera, os confrontos no ano do centenário do clássico, em jogo com torcida única, treinadores novatos e valendo, caso o Mirassol não vença o São Bernardo fora de casa, a melhor campanha no Paulista para o vitorioso.

Quase 100 anos depois do primeiro jogo entre os clubes, realizado em 6 de maio de 1917 (vitória do Palmeiras por 3 a 0), a partida vem sendo promovida por campanhas de marketing e beneficentes realizadas em conjunto pelas diretorias para marcar o aniversário do encontro.

Os técnicos Fábio Carille e Eduardo Baptista vão para o primeiro dérbi da carreira em situações parecidas na tabela e também pressionados pela desconfiança da torcida e a falta de entrosamento nos primeiros jogos. O Palmeiras vai a campo sem seu camisa 10, Moisés, lesionado na última partida, enquanto o Corinthians deverá promover mudanças técnicas.

O volante Maycon será a novidade do Corinthians no lugar de Camacho, dispensado após a trágica morte de seu pai. A intenção de Carille é marcar o Palmeiras no campo de ataque e o garoto, que não participou dos primeiros jogos por estar com a seleção brasileira sub-20, será importante nesta pressão em cima do adversário. Outra novidade, já esperada é a entrada de Marlone no lugar de Léo Jabá. No ataque, o turco Kazim ganhou a vaga de Jô e será titular.

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No Palmeiras, o desafio é suprir a perda de Moisés, machucado. A tendência é que o venezuelano Alejandro Guerra e Raphael Veiga atuem no meio, no auxílio à marcação e na criação. Já Michel Bastos, com um começo muito bom no time, deve se manter na vaga de Róger Guedes, criticado pela torcida nas primeiras partidas do ano.

Novamente o clássico será jogado com torcida única, algo que se tornou comum nos clássicos paulistas em 2016, por causa da violência. A regra foi mantida para este ano e, por isso, apenas corintianos poderão assistir ao jogo in loco. No ano passado, durante o Campeonato Brasileiro, isso aconteceu nos dois turnos, com apenas uma das torcidas presentes em cada um dos jogos.

(Com Estadão Conteúdo)

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