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Como o PSG pretende seguir jogando mesmo com a proibição do governo

Clube do brasileiro Neymar está nas quartas da Liga dos Campeões e não pretende abrir mão do direito de disputar este troféu, que seria inédito para o time

Por Danilo Monteiro - 28 abr 2020, 16h57

O Paris Saint-Germain pretende continuar jogando, apesar da proibição do governo francês em retomar o esporte profissional no país antes de 1º de setembro, decisão sancionada pelo primeiro-ministro Edouard Philippe nesta terça-feira 28. O clube parisiense está nas quartas de final da Liga dos Campeões, competição continental que deverá ser concluída pela federação europeia de futebol, a Uefa, apesar dos transtornos causados pela pandemia de coronavírus.

“Respeitamos a decisão do governo francês. Em acordo com a Uefa, pretendemos participar das últimas fases desta temporada da Liga dos Campeões, em data e local que ainda serão definidos. Se não for possível jogar na França, vamos disputar nossas partidas fora do país, com garantia de que nossos jogadores e funcionários estejam nas melhores condições de saúde possíveis”, declarou Nasser al-Khelaifi, presidente do PSG, à rádio francesa RMC.

A Uefa trabalhava com a possibilidade de manter o formato da competição, com dois jogos em cada fase eliminatória (em casa e fora de casa). A decisão do governo francês, entretanto, direciona o planejamento da entidade para a realização de um mini-torneio em campo neutro e com partidas únicas, disputadas em uma semana de agosto.

A temporada 2019/20 da Liga dos Campeões foi paralisada na metade dos confrontos de oitavas de final. Paris Saint-Germain, Atalanta, Atlético de Madri e Red Bull Leipzig já garantiram a classificação às quartas antes da paralisação. Os confrontos decisivos Juventus x Lyon, Barcelona x Napoli, Bayern de Munique x Chelsea, e Manchester City x Real Madrid ainda terão de ser disputados.

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