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Zelensky busca ‘ajuda’ da China para tentar encerrar guerra na Ucrânia

Líder ucraniano fez apelo para Xi Jinping usar sua 'enorme influência política e econômica' a fim de convencer a Rússia a encerrar o combate

Por Da Redação Atualizado em 4 ago 2022, 11h14 - Publicado em 4 ago 2022, 11h13

A Ucrânia busca a oportunidade de conversar “diretamente” com o presidente chinês, Xi Jinping, para ajudar a encerrar a guerra provocada pela invasão da Rússia, afirmou nesta quinta-feira, 4, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Em entrevista ao jornal chinês South China Morning Post, Zelensky fez um apelo para que a China usasse sua influência sobre Moscou para pôr fim aos combates.

“[A China] é um Estado muito poderoso, uma economia poderosa que pode influenciar política e economicamente a Rússia”, disse o presidente ucraniano, apontando que Pequim é também membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), o que reforçaria a importância da nação no alcance da paz.

Desde o início do conflito, Kiev tem insistido em buscar o apoio chinês na tentativa de um cessar-fogo.

Em março, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dymtro Kuleba se reuniu pela primeira vez com o chanceler da China, Wang Yi, para pedir a mediação do país oriental nas negociações de paz.

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Na ocasião, Wang Yi manifestou preocupação com ataques a civis durante o conflito e afirmou que era prioridade de Pequim aliviar a situação o máximo possível para evitar que o conflito se descontrolasse.

+ Chanceler ucraniano pede ‘papel importante’ da China para paz na Ucrânia

No entanto, a China tem mantido uma posição ambígua diante da guerra entre os países vizinhos. Ao mesmo tempo em que afirma que “fará tudo” para tentar diminuir a tensão e o conflito militar entre Rússia, o país se absteve de condenar a invasão russa e opôs às sanções impostas pela maior parte dos membros das Nações Unidas contra moscou por considerar que as punições “não ajudam a resolver problemas, mas criam novos”.

+ China na guerra da Ucrânia: um passo para lá, outro passo para cá

A nação também se recusou a romper relações econômicas com Moscou, com autoridades chinesas argumentando o relacionamento da China com a Rússia “não faz parte do problema”.

Em reunião com líderes europeus no final de março, Xi Jinping alertou que as sanções contra o Kremlin afetariam as finanças globais, a energia, o transporte, a estabilidade das cadeias de suprimentos e amortecerão a economia global já está devastada pela pandemia.

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