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Violência na Síria deixa 47 mortos, a metade militares (ONG)

Por - 5 jun 2012, 15h05

Ao menos 47 pessoas, entre elas 24 membros das forças do governo, morreram nesta terça-feira na Síria, principalmente em combates entre o exército e os rebeldes, indicou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

“Vinte e dois soldados e nove combatentes da oposição morreram em combates registrados em várias aldeias de Al-Hiffa, na região de Latakia”, declarou à AFP Rami Abdel Rahman, presidente do OSDH, indicando também “dezenas” de militares feridos.

Já a agência oficial Sana indicou que “grupos terroristas armados atacaram nesta terça-feira cidadãos e membros das forças de ordem em Al-Hiffa, destruíram duas ambulâncias e tentaram de saquear prédios públicos e privados”.

Durante o final de semana, cerca de 80 soldados do Exército regular morreram em combates com os insurgentes na Síria, que é palco de uma revolta sem precedentes contra o governo de Bashar al-Assad desde março 2011.

O chefe do OSDH atribuiu o grande número de militares mortos à “escalada dos combates” em todo o país nos últimos dias.

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“O Exército sírio enfrenta soldados rebeldes e opositores armados, que conhecem muito bem o terreno e que são bem recebidos pela população”, explicou Abdel Rahman.

No restante do país, 14 outras pessoas morreram em Idleb (noroeste). Entre as vítimas estão quatro civis mortos antes do amanhecer durante uma “intensa operação militar” em Kafrueid.

Na província de Deraa (sul) foram três mortes, incluindo uma menina morta em bombardeios no bairro de Al-Lujat, onde combates entre rebeldes e soldados que tentam minar o forte controle da oposição armada nesta província.

Uma outra menina foi morta baleada em Aazaz, na província de Aleppo (norte).

Um coronel do exército foi assassinado por homens armados em frente a sua casa em Deir Ezzor (leste), segundo o OSDH, e um general foi morto por uma bomba que explodiu no bairro de Barzé, em Damasco.

A Sana anunciou ainda a morte de três oficiais do Exército mortos por “grupos terroristas”: um médico morreu na explosão de seu carro na periferia do bairro de Barzé, e dois outros oficiais foram atingidos por tiros de “terroristas” em Deir Ezzor.

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