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Vinícola Trump busca estrangeiros para postos de trabalho

A empresa de Eric Trump, filho do presidente, pediu permissão para contratar estrangeiros para cargos rejeitados por trabalhadores americanos

Uma vinícola no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos, pertencente ao filho de Donald Trump, Eric, pediu permissão ao Departamento do Trabalho americano para “importar” 23 trabalhadores estrangeiros. Segundo uma petição registrada na quinta-feira, a empresa chamada The Trump Winery quer funcionários para plantar e colher uvas temporariamente, durante a primavera americana.

Os estrangeiros seriam contratados no programa de vistos conhecido como H-2, que permite que empresas tragam pessoas de fora do país se americanos qualificados não quiserem ocupar as vagas, informou o site BuzzFeed. De acordo com o documento enviado ao Departamento do Trabalho, os cargos pagarão 11,27 dólares por hora (cerca de 35 reais).

Os funcionários contratados pela empresa de Eric Trump precisarão trabalhar nos vinhedos em temperaturas inferiores a 10 graus, além de ficarem “em posição curvada por longos períodos de tempo”, descreve a petição. Há um ano, a Organização das Nações Unidas levantou preocupações sobre o programa americano, por facilitar más condições de trabalho e o “controle excessivo” sobre funcionários pouco qualificados.

No passado, empresas da família Trump foram grandes usuárias do programa de vistos H-2, requerendo a contratação de 286 estrangeiros para vagas temporárias desde que Trump lançou sua campanha presidencial, em 2015. Grande parte trabalha no resort Mar-a-Lago, na Flórida, como faxineiros, garçons e outros cargos semelhantes. Há dois anos, o presidente comentou que é “quase impossível” encontrar americanos para tais posições temporárias.

Comentários

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  1. Tomara que não encontre nenhum e que a vinícola vá pro brejo. Chumbo trocado não dói.

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  2. Ataíde Jorge de Oliveira

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  3. E onde está o problema nisso? Contratarão estrangeiros que estarão LEGALMENTE no país para fazer um trabalho que os americanos não querem fazer, tudo dentro da lei. Os críticos, como o onipresente A. Burro, certamente não sabem diferenciar o legal do ilegal, são pessoas que tem problemas em seguir as leis e odeiam aqueles que são apegados a coisas como a lei e a ordem, que separam a civilização da barbárie.

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