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Veículo em chamas atropela pedestres em Xangai e deixa 18 feridos

Motorista é suspeito de transporte ilegal de substância perigosa; fumo dentro do carro pode ter sido causa do incêndio

Por Da redação 2 fev 2018, 17h16

Dezoito pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira, três delas gravemente, depois que um veículo pegou fogo e subiu na calçada de uma parte movimentada no centro de Xangai e atropelou pedestres, disse a polícia.

De acordo com investigações preliminares, o incêndio foi causado pelo motorista de 40 anos de sobrenome Chen, que fumava um cigarro dentro do veículo, informou a agência de segurança pública de Xangai em sua conta oficial no microblog Weibo.

Chen é um imigrante rural procedente da província de Jiangxi e trabalha em uma empresa metalúrgica de Xangai. Ele e os outros dezessete feridos estão sob tratamento.

O acidente aconteceu por volta das 8h57 (23h57 de quinta-feira em Brasília). A caminhonete aparentemente estava carregada com cilindros de gás. O motorista é suspeito de estar transportando ilegalmente a substância perigosa, informou a polícia.

O governo de Xangai disse em um breve comunicado que o veículo atingiu os pedestres em uma rua próxima da Praça do Povo, ferindo 18 pessoas, três delas com gravidade.

  • O portal de notícias The Paper, sediado em Xangai, disse que o veículo era uma minivan e citou testemunhas dizendo que estava em chamas quando subiu na calçada, derrubando pessoas e parando diante de uma loja Starbucks.

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    Um porta-voz da Starbucks em Xangai disse à Reuters que a loja não foi danificada e que seus clientes e funcionários ficaram ilesos.

    Numerosos vídeos do acidente circularam nas primeiras horas da manhã pelas redes sociais chinesas, mas já foram retirados pela censura.

    [youtube https://www.youtube.com/watch?v=Avir6Dx-eN8?rel=0%5D

    O incidente coincide com uma visita da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, à cidade.

    Alguns passantes tentaram quebrar o vidro do veículo e retirar pessoas de seu interior, incluindo o motorista, noticiou o The Paper.

    (Com Reuters e EFE)

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