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Uruguai afirma procurar uma agenda sustentável antes da Rio+20

Por Da Redação
28 mar 2012, 16h12

Montevidéu, 28 mar (EFE).- O Uruguai procura incentivar ‘a economia verde’ para o desenvolvimento sustentável, e simultaneamente diminuir os níveis de pobreza nas vésperas da próxima Cúpula Rio+20, afirmou a vice-ministra de Habitação, Ordenamento Territorial e Meio Ambiente, Raquel Lejtreger.

O Governo uruguaio procura criar uma ‘agenda nacional para o desenvolvimento sustentável que inclua a geração de empregos com respeito pelo meio ambiente’, disse.

Para a definição dessa agenda, as autoridades buscam a contribuição de organizações defensoras do meio ambiente, câmaras empresariais e industriais e sindicatos, entre outras instituições.

A ideia é que ‘toda a sociedade uruguaia tenha opinião e compromisso’ na definição da postura do país nas vésperas da cúpula Rio+20, que será realizada no Rio de Janeiro entre 20 e 22 de junho.

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Ao dissertar no fórum ‘O caminho rumo a Rio+20’, organizado pela Rede Pacto Global Uruguai, Lejtreger afirmou que o Governo uruguaio não pretende ter ‘uma só voz’ na cúpula das Nações Unidas, mas ‘várias vozes e opiniões’ que reflitam o vínculo entre o meio ambiente e desenvolvimento.

A vice-ministra estima que em maio termine o processo de consulta para definir o documento do país. Ela admite que ainda ‘há muito a fazer’ em matéria de sustentabilidade e responsabilidade empresarial e disse que na cúpula da Rio+20 serão ‘reafirmados os compromissos’ do Uruguai para a busca do desenvolvimento com equilíbrio e cuidado com o meio ambiente.

A Organização das Nações Unidas fez um pedido para que no encontro no Brasil seja possível fixar ‘as bases para um mundo de prosperidade, paz e sustentabilidade’.

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O roteiro da cúpula Rio+20 inclui como temas principais o fortalecimento dos compromissos políticos a favor do desenvolvimento sustentável, um balanço dos avanços e das dificuldades para sua implementação e o impulso à economia ecológica como ferramenta para a erradicação da pobreza.

O Uruguai é o país com menor porcentagem de pobres e indigentes da América Latina, segundo um relatório da Comissão Econômica Para a América Latina e o Caribe (Cepal) divulgado no final de 2011.

O organismo dependente das Nações Unidas estimou que os pobres uruguaios são 8,6% da população e os indigentes, 1,4%. Em 2009, os indicadores de pobreza e indigência no Uruguai eram de 10,7% e 2%, respectivamente. EFE

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