Clique e assine a partir de 9,90/mês

Uber dos EUA investiga acusação de assédio sexual na empresa

A empresa está investigando as acusações descritas em um post por uma ex-engenheira da equipe

Por Da redação - Atualizado em 20 fev 2017, 20h38 - Publicado em 20 fev 2017, 08h58

O presidente-executivo da Uber Technologies, Travis Kalanick, ordenou uma “investigação urgente” sobre denúncias de assédio sexual na empresa, feitas por uma ex-funcionária, nos Estados Unidos. O executivo afirmou que instruiu seu diretor de recursos humanos a investigar as acusações descritas em um post do blog de Susan Fowler, que trabalhou como engenheira na Uber de novembro de 2015 a dezembro de 2016.

Kalanick chamou as alegações de Susan de “abomináveis e contra tudo o que a Uber defende e acredita”. Susan escreveu em um  post, publicado no último domingo, que ela foi submetida a assédio sexual, mas, quando relatou a ofensa para os funcionários de recursos humanos e de gestão, eles se recusaram a punir o agressor porque ele tinha “um alto desempenho”.

Susan, que agora é engenheira na empresa de pagamentos Stripe, disse que seu gerente usou o software de bate-papo da empresa para tentar convencê-la a fazer sexo com ele. Ela fez imagens da tela com as mensagens.

Em vez disso, a administração disse que “eles não se sentiriam confortáveis punindo o empregado”. Segundo ela, a resposta incluiu o argumento: “Avaliou-se que provavelmente foi apenas um erro inocente de sua parte”.

Continua após a publicidade

“Nós procuramos fazer da Uber um local de trabalho justo e não pode haver absolutamente nenhum lugar para esse tipo de comportamento  – e qualquer um que se comporte assim será demitido”, disse Kalanick.

(Com Agência Reuters)

Publicidade