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Tunísia prende mais de vinte suspeitos por atentado em museu

Ataque deixou 20 turistas estrangeiros e três tunisianos mortos na quarta-feira. Estado Islâmico assumiu autoria do ataque

Por Da Redação 21 mar 2015, 16h31

Autoridades tunisianas prenderam mais de 20 suspeitos do atentado ao museu Bardo, em Túnis, quando homens armados mataram turistas estrangeiros, levando a uma operação de segurança em todo o país, afirmou o governo, neste sábado. Militantes do Estado Islâmico assumiram a responsabilidade pelo atentado, que ocorreu na última quarta-feira.

Centenas de tunisianos se reuniram para uma missa na catedral de Túnis, acendendo velas em memória das vítimas – vinte turistas estrangeiros e três tunisianos – em uma cerimônia que teve a presença de ministros do governo. Do lado de fora, havia uma forte presença policial. Visitantes japoneses, franceses, poloneses, italianos e colombianos estão entre as vítimas.

O atentado foi ataque mais mortal no país desde um atentado suicida ocorrido em 2002, em Djerba. O incidente ocorreu em um momento delicado para um país, cuja democracia plena é recente e foi instaurada depois de um levante popular, há quatro anos.

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O governo disse que os dois homens atiradores foram treinados em campos jihadistas, na Líbia, antes do ataque ao museu, que fica dentro do complexo do parlamento tunisiano e que é fortemente protegido.

O Ministério do Interior também divulgou uma fotografia de outro suspeito e pediu aos tunisianos para ajudar com informações. O governo planeja colocar o exército nas ruas das principais cidades para melhorar a segurança no país.

(Com agência Reuters)

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