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Trump lidera em pesquisa realizada depois de debate

Bilionário aparece com 24% da preferência dos republicanos, contra 12% de Jeb Bush

O apoio à pré-candidatura de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos continua em alta. Depois do primeiro debate entre os presidenciáveis republicanos, promovido na semana passada pela Fox News, o magnata do setor imobiliário se manteve na liderança entre os 17 pré-candidatos que disputam a indicação do partido. Segundo a pesquisa Reuters/Ipsos divulgada na segunda-feira, Trump tem 24% da preferência dos republicanos – mesmo índice que apresentava antes do debate.

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Em segundo aparece Jeb Bush, com 12%. O irmão de George W. Bush teve uma queda de cinco pontos em relação ao último levantamento, quando conseguiu 17% da preferência dos entrevistados. Nenhum outro pré-candidato obteve mais do que 8%, mas a empresária Carly Fiorina saltou de 1% para 6% depois de ser o grande destaque no debate da “segunda divisão”, que reuniu os sete republicanos com os menores índices nas pesquisas. O levantamento Reuters/Ipsos ouviu 278 americanos que se identificam como republicanos nos dias posteriores ao debate da Fox News.

Trump manteve o estilo falastrão e monopolizou os holofotes no primeiro debate entre os pré-candidatos do Partido Republico. Responsável por declarações criticadas pelos próprios republicanos, o bilionário disse que “não tem tempo” para ser politicamente correto e irritou os colegas de partido ao não descartar uma candidatura independente caso não consiga a indicação.

‘Sangue’ – Na mais recente controvérsia de Trump, ele foi criticado pelos comentários considerados grosseiros que fez sobre a atuação da apresentadora Megyn Kelly, uma das mediadoras do debate na Fox News. Irritado com a firmeza de Kelly, o empresário afirmou em entrevista à CNN que a âncora tinha “sangue saindo dos olhos, sangue saindo de qualquer outro lugar”. Para muitos, Trump estava sugerindo que a jornalista só foi dura porque estaria menstruada. O magnata negou a interpretação: “Só uma pessoa doente poderia pensar em algo assim”.

(Com agência Reuters)