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Trump e Hillary buscam vitórias expressivas para consolidar indicação nos EUA

Nesta terça-feira ocorrem as primárias de cinco estados americanos: Pensilvânia, Maryland, Connecticut, Rhode Island e Delaware

O pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, pode ampliar sua vantagem na corrida pela indicação de seu partido nesta terça-feira, nas primárias de cinco estados americanos – Pensilvânia, Maryland, Connecticut, Rhode Island e Delaware. Do lado do Partido Democrata, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton pode praticamente selar a candidatura à presidência caso tenha um resultado forte nos cinco estados.

Trump precisa de um resultado forte para manter suas chances de conseguir a nomeação na corrida presidencial sem depender da convenção nacional do Partido Republicano. O empresário quer evitar a possibilidade de que, como sua rejeição é forte entre autoridades do partido, acabe sendo rejeitado pela própria sigla, ainda que consiga mais votos na preferência dos eleitores.

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As disputas republicanas serão a primeira após os pré-candidatos Ted Cruz e John Kasich anunciarem uma aliança para barrar Trump na disputa. O acordo mantém Kasich na disputa pelo estado de Indiana, em 3 de maio, enquanto Cruz não competirá no Oregon em 17 de maio e no Novo México em 7 de junho. Trump disse que a colaboração entre Cruz, senador pelo Texas, e Kasich, governador de Ohio, é um movimento desesperado de “rivais matematicamente mortos”. O empresário disse ainda que, em muitos setores, uma aliança do tipo seria ilegal e que o acordo ilustraria que “tudo está errado em Washington e no nosso sistema político”.

Partido Democrata – Se a favorita democrata, Hillary Clinton, ganhar a maioria das primárias nesta terça-feira deixa poucas dúvidas de que será a candidata de seu partido. A equipe do rival, o senador Bernie Sanders, enviava mensagens contraditórias sobre a situação dele na disputa, com um destacado assessor sugerindo que uma noite dura nas apurações desta terça-feira faria o senador por Vermont repensar a campanha, enquanto outro prometia que a disputa duraria até a convenção nacional democrata.

Hillary, por sua vez, mira mais adiante e tem mencionado pouco Sanders em seus últimos atos de campanha. A ex-primeira-dama tem se concentrado em atacar Trump, apresentando o empresário como uma pessoa desconectada dos americanos comuns.

(Com Estadão Conteúdo)