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Trump e família chegam à Casa Branca em meio a protestos

O presidente americano fez parte do trajeto a pé, acompanhado da esposa, Melania, e do filho caçula, Barron

Agora presidente dos Estados Unidos, Donald Trump deixou o Capitólio após assumir o cargo, para desfilar pela Avenida Pensilvânia até chegar à Casa Branca, em Washington, pela primeira vez como presidente. Enquanto o republicano desfilava até a nova residência, protestos deixaram mais de 200 presos em pontos da Capital americana.

Sob leve chuva, Trump saiu acompanhado de sua esposa, Melania, das instalações do Congresso com sua comitiva, escoltado com honras militares e banda marcial e entrou na limusine presidencial conhecida como The Beast cercado por um forte esquema de segurança.

Enquanto multidões aguardavam para ver o novo presidente, Trump, Melania e o filho do casal, Barron, de 10 anos, desceram do carro para acenar para o povo por alguns segundos. O vice-presidente, Mike Pence, acompanhado da esposa, também participou da caminhada de um quilômetro e meio que separa o Capitólio da Casa Branca. A família Trump ainda passou em frente a um dos hotéis do milionário, na própria Avenida Pensilvânia, onde fãs se reuniam.

Protestos

Durante a caminhada de Trump, uma limousine foi incendiada a poucas quadras do desfile, em frente ao prédio do jornal Washington Post.  De acordo com repórteres do veículo, não ficou claro quem foi responsável pelo fogo, nem se havia pessoas dentro do carro.

Em frente ao prédio do FBI, ponto onde a comitiva de Trump passou, manifestantes seguravam cartazes com a frase “Não é meu presidente” e outros slogans contrários ao magnata. O protesto atrasou a saída do presidente do carro, que por questão de segurança desembarcou mais para frente, próximo ao Trump Hotel.

Ao longo do dia, 217 pessoas foram presas na cidade de Washington durante protestos, informou Peter Newsham, chefe de polícia do Distrito de Columbia. Manifestantes entraram em conflito com policiais na praça Franklin e em outras ruas no centro da Capital, levando os oficias a usarem spray de pimenta para dispersar a multidão.

(Com EFE)

Comentários

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  1. Gilberto Goncalves

    black blocks organizados e pagos por Soros. Os caras só estavam ali para vandalizar e quebrar. Que utilidade tem isto? quebrar coisas bonitas e baguncar lugares ordenados? Vao dizer que isto é protesto Veja? Aquilo foi um ato de terrorismo civil e pago por alguém.

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  2. Marco Aurelio Jandelli

    Na minha opinião este homem não termina seu mandato. Na humanidade atual não há espaço para mentes segregadoras.

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  3. Intervenção Militar Já

    É Donald Trump 2017 nos EUA e Jair Bolsonaro em 2018 no Brasil se não haver uma intervenção militar constitucional com fechamento do congresso nacional, engulam isso imprensa porca esquerdista comunista defensores das iniquidades e podridões mundanas…eu e todos os meus familiares votarão em Jair Bolsonaro em 2018, porém tenho a consciência de que ele não conseguirá fazer muitas coisas pelo Brasil devido à infestação de bandidos esquerdistas comunistas corruptos no congresso e no judiciário QUE NÃO DEIXARÃO ELE TRABALHAR…por isso que a intervenção militar seria a única salvação do Brasil, a única ferramenta capaz de se fazer uma faxina ampla geral e irrestrita nos 3 poderes corruptos infestados de bandidos…o problema do Brasil de hoje é cirúrgico e a intervenção militar é o procedimento padrão com soldados, armas, algemas, prisão e “TRIBUNAL MILITAR”…

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  4. Carlos Marques

    Ate a CNN distinguiu manifestantes de arruaceiros delinquentes.

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  5. Carlos Marques

    Dezenas dr milhares de pessoas foram legitimamente comemorar e festejar a vitoria democrática do seu candidato. Mas Veja enfatiza uns tantos arruaceiros irrelevantes.

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