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Três suspeitos de assalto no Paraguai morrem em confronto com a polícia

Em assalto cinematográfico, grupo levou cerca de 120 milhões de reais

Por Da redação 24 abr 2017, 21h22

O Ministério do Interior do Paraguai divulgou nesta segunda-feira a morte de três suspeitos de participar do assalto à sede da transportadora de valores Prosegur em Ciudad del Este, após uma troca de tiros no Brasil com agentes da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária (PRF).

O confronto aconteceu após a perseguição a uma caminhonete onde estavam oito homens, na BR-277. Dois suspeitos morreram no local, um ficou ferido, foi socorrido, mas não resistiu e morreu no hospital. Os demais conseguiram fugir. Na caminhonete havia um fuzil calibre 762, com 16 munições. Em um dos três veículos abandonados pela quadrilha e localizados por agentes da PRF, havia sete quilos de explosivos.

A PRF informou que os três veículos utilizados pela quadrilha, que roubou cerca de 40 milhões de dólares (cerca de 120 milhões de reais) na madrugada desta segunda-feira, foram localizados. Ainda não há informações sobre a recuperação de valores. Um assessor da Prosegur não confirma a quantidade de dinheiro roubada, mas garante que o valor é muito inferior aos 40 milhões de dólares citados.

  • Assalto

    Os criminosos instalaram explosivos para destruir a entrada da sede da transportadora. Além disso, ao menos quinze veículos foram incendiados pela cidade com o objetivo de confundir a polícia.

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    O presidente do Paraguai, Horacio Cartes, ordenou que militares apoiem o trabalho da polícia para colocar ordem na cidade, segundo autoridades locais.

    Segundo o ministro do Interior, Lorenzo Lezcano, a maioria os carros usados no assalto tinha placa do Brasil.

    Em comunicado, o governo brasileiro informou que o presidente Michel Temer determinou ao ministro da Justiça, Osmar Serraglio, que coloque a Polícia Federal à disposição das autoridades paraguaias para colaborar com as investigações.

    “O governo federal acompanha os desdobramentos das ações policiais já em curso em território nacional e apoiará, com todos os recursos necessários, as investigações conduzidas atualmente pelas autoridades paraguaias”, disse a nota da Presidência.

    (Com Reuters e Agência Brasil)

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