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Três explosões provocadas pelo Estado Islâmico deixam ao menos 50 mortos na Síria

No Iraque, jihadistas do EI executaram três oficiais do exército iraquiano em Mossul

Por Da Redação 11 dez 2015, 17h27

Um ataque triplo com caminhões-bomba do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) deixou ao menos 50 mortos e 80 feridos no nordeste da Síria, informou um porta-voz da milícia curda, que controla a província de Hasaka, onde ocorreu o atentato. A milícia curda Unidades de Proteção do Povo (YPG) combate os jihadistas do EI na Síria com o apoio dos ataques aéreos efetuados da coalização liderada pelos Estados Unidos.

As explosões atingiram um hospital, um mercado e uma área residencial da cidade de Tel Tamer na noite de quinta-feira. “Há uma enorme destruição na cidade e o número de mortos gira em torno de 50 e 50, todos civis”, disse Redur Xelil, da YPG.

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A milícia curda tem sido a força mais efetiva no combate terrestre contra os terroristas do Estado Islâmico na Síria. Nas últimas semanas, os curdos avançaram a tomaram o controle de cidades como al-Houl, na província de Hasaka.

Retaliação – O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) executou a tiros três oficiais do Exército do Iraque que eram mantidos prisioneiros nas proximidades da cidade iraquiana de Mossul, informou o responsável de segurança da União Patriótica do Curdistão, Gayaz al Suryi. Os coronéis Moafeq al Jabouri, Zamer Hassan e Mustafa Hamza, da Terceira Brigada do Exército do Iraque tinham sido capturados após a ocupação jihadista de Mossul, em junho de 2014.

Segundo Al Suryi, cada vez que a organização terrorista sofre baixas, com a morte de líderes ou combatentes em ataques aéreos das forças iraquianas, ela mata alguns prisioneiros.

O chefe do Comitê de Segurança da província de Ninawa, cuja capital é Mossul, Mohammed al Bayati, informou que o Instituto Médico Legal da cidade recebeu mais de 130 corpos de jihadistas mortos em ataques aéreos da coalizão internacional nos últimos três dias. Entre eles, há vários estrangeiros e um grande chefe do EI, de quem se desconhece a identidade porque a organização retém o corpo em meio a fortes medidas de segurança.

Al Bayati indicou que esses jihadistas foram abatidos em Al Qayara e Tal Afar, ao sul e ao oeste de Mossul, respectivamente. A cidade está em mãos do grupo terrorista desde junho de 2014, quando seu líder Abu Bakr al-Baghdadi declarou califado nos territórios em seu controle no Iraque e na Síria.

(Com EFE)

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