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Terrorista deixou arma em boate turca e há indícios de identidade

Primeiro-ministro da Turquia, Binali Yildirim, negou que o agressor estivesse vestido de Papai Noel e informou que há três ou quatro pessoas em estado grave

Por Da Redação - Atualizado em 1 jan 2017, 13h29 - Publicado em 1 jan 2017, 13h04

O terrorista que assassinou na noite de ano novo 39 pessoas e feriu outras 69 na boate Reina, em Istambul, deixou sua arma no local e a polícia conta com os primeiros indícios de sua identidade, informou neste domingo o primeiro-ministro da Turquia, Binali Yildirim.

Em entrevista coletiva, Yildirim, também desmentiu que o agressor estava vestido de Papai Noel. “Há relatos de que o terrorista estava vestido de Papai Noel. Isto não é correto”, declarou o primeiro-ministro.

“É um terrorista como já os conhecemos. Disparou contra o policial que estava na porta, entrou, metralhou e matou pessoas inocentes. Então deixou o arma e abandonou o lugar durante o caos”, relatou o chefe de governo turco.

Yildirim acrescentou que a polícia tem “algumas opções sobre a identidade do agressor”, mas não entrou em mais detalhes. “Alguns detalhes começaram a emergir, mas as autoridades estão trabalhando para obter um resultado concreto”, disse o premiê a respeito de quem poderia estar por trás do ataque, do qual nenhum grupo se responsabilizou até agora.

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Segundo o primeiro-ministro turco, entre os feridos há três ou quatro pessoas em estado crítico.

A emissora de televisão “CNNTÜRK” informou que a polícia lançou uma operação policial em Kuruçesme, um bairro vizinho ao de Ortakoy, onde ocorreu o ataque, e está buscando o suspeito por ali.

O primeiro-ministro turco prometeu que seu país “não se curvará perante o terror” e ressaltou que é “uma ameaça contra toda a humanidade”. “Nunca vamos nos submeter ao terrorismo. O terrorismo que sofremos hoje pode acontecer em qualquer parte do mundo. Nenhum país está a salvo dos ataques terroristas. Há poucos dias foi na Alemanha, ontem no Iraque”, afirmou o premiê.

Até agora foram identificadas 21 vítimas mortais, entre elas 16 estrangeiros de países como Tunísia, Líbia, Líbano, Arábia Saudita, Marrocos e Israel.

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(com Agência EFE)

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