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Tajiquistão começa a construir a maior barragem do mundo

Obra fará parte da hidrelétrica de Rogun, um projeto de 3,9 bilhões de dólares que o governo espera assegurar ao país sua independência energética

Por Da redação
30 out 2016, 11h06

O Tajiquistão desviou neste sábado o curso de um grande rio, o Vakhsh, para começar a construir a maior barragem do mundo. A obra, que terá 330 metros de altura, é um elemento-chave da hidrelétrica de Rogun, um projeto de 3,9 bilhões de dólares que o governo espera assegurar ao país sua independência energética.

A nação da Ásia Central que faz fronteira com o Afeganistão não tem fontes suficientes de hidrocarboneto e depende muito da força hidrelétrica, apesar de vizinhos rio abaixo reclamarem que o projeto irá afetar a agricultura.

O gabinete do presidente Imomali Rakhmon disse, em um comunicado, que ele compareceu à cerimônia deste sábado na qual explosivos foram usados para bloquear o principal leito do rio Vakhsh, pavimentando o caminho para a construção da barragem de 335 metros. O projeto será tocado pelo grupo italiano Salini Impregilo.

O Uzbequistão, outra ex-república soviética e a nação mais populosa da Ásia Central, com 30 milhões de pessoas, pediu repetidas vezes que o Tajiquistão não construísse Rogun. Para dar energia à hidrelétrica, o Tajiquistão precisa acumular água durante o verão – quando ela é necessária rio abaixo para irrigação – e, então, liberá-la no inverno, causando enchentes durante a primavera.

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Refletindo o precário estado da infraestrutura energética do Tajiquistão, quase toda construída na era soviética, um problema de funcionamento na maior usina do país, Nurek, deixou o país em completa escuridão durante horas na noite de sexta-feira.

Em um discurso transmitido pela televisão estatal neste sábado, Rakhmon disse que aprimorar a hidrelétrica de Nurek custaria 700 milhões de dólares. A nova hidrelétrica, Rogun, começará a fornecer energia elétrica no fim de 2018, disse o presidente.

(Com Reuters)

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