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Soldados americanos em Cartagena deixaram cães defecarem no hotel

Por Da Redação
3 ago 2012, 20h20

Os soldados americanos que se envolveram em um escândalo após levarem prostitutas para o hotel onde estavam hospedados em Cartagena (Colômbia), dias antes da visita àquele país do presidente Barack Obama, em abril, também permitiram que seus cães dormissem e defecassem em suas camas.

Um informe parcial dos fatos ocorridos em abril, divulgado esta sexta-feira pelo Pentágono, revelou alguns dados até agora desconhecidos de como os 12 soldados e marines levaram as prostitutas para o hotel.

A equipe estava em Cartagena como parte do dispositivo de segurança mobilizado para a vista do presidente Obama à Cúpula das Américas e seu comportamento veio à tona depois que nove funcionários civis do serviço secreto americano foram denunciados por não pagar às prostitutas que contrataram.

O documento conclui que, apesar de os soldados terem violado a lei militar americana, recorrendo aos serviços de profissionais do sexo, em alguns casos cometendo adultério, e agindo com indisciplina bebendo em excesso, o comportamento dos oficiais não pôs em risco a segurança nacional.

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Segundo o informe, o hotel de Cartagena onde estavam hospedados, El Caribe, permite que seus hóspedes recebam visitas noturnas, “comumente de prostitutas”, portanto nenhuma lei colombiana foi violada.

No entanto, os investigadores receberam queixas de testemunhas sobre o comportamento da equipe.

“Oficiais com cães de detecção de explosivos permitiram aos seus animais dormir nas camas, sujar a roupa de cama, assim como urinar e defecar em locais inadequados no chão do hotel, deixando os restos” para trás, acrescentou o documento.

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“Hóspedes não identificados do hotel, que se acredita serem americanos, incomodaram e flertaram com as funcionárias jovens do hotel El Caribe e do Ministério colombiano de Relações Exteriores”, acrescentou o relatório.

O escândalo envergonhou a administração Obama e chegou-se a falar que os oficiais poderiam ter colocado em risco a segurança nacional ou a integridade do presidente ao se encontrar com mulheres colombianas.

No entanto, o documento concluiu que não há provas que vinculem estas mulheres a grupos criminosos ou de narcotraficantes, nem a terroristas. Também descartou que fossem vítimas de tráfico de mulheres.

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A versão do relatório divulgada à imprensa não identificou os oficiais responsáveis pelos excessos.

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