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Shaul Mofaz é o novo líder do Kadima após derrotar Livni em primárias

Por Da Redação
28 mar 2012, 04h53

Jerusalém, 28 mar (EFE).- O ex-ministro da Defesa Shaul Mofaz é desde hoje o novo líder do partido israelense de centro-direita Kadima, após derrotar nas eleições primárias a até agora presidente e ex-ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni.

Mofaz, que também dirigiu o Exército israelense, obteve 61,7% dos votos (23.987), contra 37,2% de Livni (14.516), segundo os resultados, anunciados no começo da manhã desta quarta-feira.

Embora os dois candidatos tenham feito uma chamada aos 95 mil filiados da formação, a participação na consulta foi baixa (44%) em comparação com os 53,7% da de 2008, na qual Livni se impôs a Mofaz por apenas 231 votos.

Um terceiro candidato que havia se apresentado à disputa, Avi Dichter, anunciou no último fim de semana a retirada de sua candidatura e pediu a seus seguidores que apoiassem Mofaz, uma estratégia que a equipe de Livni considerou ilegal.

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A decisão parece ter tido um peso importante no resultado final, já que uma enquete anterior dava vitória a Livni por 46% a 36%.

A diferença a favor de Mofaz também aponta a busca por mudanças em um momento de fraqueza do Kadima, o partido mais votado nas últimas eleições legislativas (2009) e a principal formação da oposição.

Todas as pesquisas indicam que a formação criada por Ariel Sharon em 2005 sofrerá uma enorme redução de sua presença parlamentar nas próximas eleições gerais, previstas para o próximo ano.

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As perspectivas com Mofaz são, de início, piores: segundo uma enquete recente do diário ‘Yedioth Ahronoth’, com Livni à frente do Kadima, o partido passaria de seus atuais 29 deputados a 15, mas com Mofaz rebaixaria ainda mais sua presença, a apenas 12.

Em seu discurso após a vitória, Mofaz encorajou Livni a permanecer na formação, prometeu ‘devolver o país ao caminho correto’ e previu uma vitória sobre o Likud de Benjamin Netanyahu no próximo pleito legislativo.

Em setembro de 2008, Livni sucedeu na Presidência do partido ao ex-primeiro-ministro Ehud Olmert, que renunciou ao cargo após vários escândalos de corrupção. EFE

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