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Seul e EUA redobram vigilância após morte de Kim Jong-il

Seul, 20 dez (EFE).- O ministro da Defesa da Coreia do Sul, Kim Kwan-jin, e o secretário de Defesa americano, Leon Panetta, acordaram nesta terça-feira manter uma postura defensiva firme quanto a Pyongyang após o anúncio da morte de Kim Jong-il.

As duas autoridades mantiveram uma conversa telefônica na qual definiram estabelecer uma estreita coordenação e vigilância sobre o regime comunista neste momento de incerteza política, informou a agência local ‘Yonhap’.

Por outro lado, o general do Exército sul-coreano Jung Seung-jo, e seu colega em Washington, Martin Dempsey, se comprometeram a compartilhar todas as informações disponíveis para garantir uma firme e rápida resposta militar se for preciso, acrescentou a ‘Yonhap’.

Após a morte do líder norte-coreano, o Governo da Coreia do Sul ordenou às Forças de Segurança do país que extremem a vigilância militar na fronteira e declarou estado de emergência.

Além disso, o Comando Conjunto das Forças da Coreia do Sul e dos EUA, que conta com cerca de 28 mil efetivos no país asiático, aumentou sua atividade e o número de soldados ao longo da fronteira para intensificar a vigilância.

Na noite desta segunda-feira, Pyongyang lançou um míssil de curto alcance que caiu no mar, embora esteja descartado que o lançamento tenha relação com o falecimento do líder norte-coreano.

Seul acredita que desde o ano passado a Coreia do Norte vem testando mísseis KN-06, com o objetivo de um eventual desdobramento dos mesmos. EFE