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Rússia relata ‘mísseis’ no Mediterrâneo; Israel assume teste

Manobra foi feita em parceria com os Estados Unidos, que possuem navios de guerra na região à espera de possível ataque contra o regime de Bashar Assad

Por Da Redação 3 set 2013, 07h24

A agência de notícias estatal russa RIA informou nesta terça-feira que o sistema de alerta de mísseis da Rússia detectou o lançamento de dois “foguetes balísticos” no Mar Mediterrâneo, elevando o clima de apreensão na região por causa da crise na Síria. Segundo a agência, o aviso foi repassado por um funcionário do Ministério da Defesa russo. A fonte não foi identificada e o ministério não confirmou a informação, mas prometeu emitir uma nota oficial sobre o assunto.

Após o alarme russo, uma fonte de segurança da Síria citada pela emissora de TV libanesa Al Manar declarou que o sistema de radar de alerta antecipado sírio não tinha detectado nenhum míssil atingindo o território do país. Instantes depois, Israel assumiu ter feito um teste com foguetes, juntamente com os Estados Unidos. A manobra teria sido feita para testar um alvo com o sistema antimísseis financiado pelos EUA.

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Os disparos teriam ocorrido na parte central do Mar Mediterrâneo, em direção à sua costa oriental, às 10h16 em Moscou (3h16 em Brasília). Os lançamentos foram detectados pelo sistema de alerta em Armavir, no sul da Rússia. O relato da agência RIA afirma ainda que os mísseis caíram no mar.

Os Estados Unidos, por meio do Pentágono, negaram ter detectado qualquer disparo. O mesmo ocorreu com o Ministério da Defesa da França – os dois países movimentaram navios de guerra para o Mediterrâneo e ameaçam atacar o regime do ditador sírio Bashar Assad, acusado de usar armas químicas em um ataque na periferia de Damasco.

Na última semana, o governo americano afirmou que mais de 1 400 pessoas foram mortas no ataque químico do último dia 21, incluindo mais de 400 crianças, e afirmou ter provas de que o regime de Assad foi o responsável pelo atentado.

Depois de indicar que ataque poderia ser lançado a qualquer momento, o presidente Barack Obama decidiu pedir a autorização ao Congresso dos Estados Unidos antes de intervir no país árabe.

(Com agência EFE)

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