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Renasce a praga do nacionalismo

Ao atribuir os problemas de um país a todos os que são diferentes, das minorias aos imigrantes, o fenômeno político prospera em boa parte do mundo

Por Duda Teixeira e Johanna Nublat Atualizado em 7 Maio 2017, 17h49 - Publicado em 6 Maio 2017, 20h33

Ao finalizar o debate com o adversário Emmanuel Macron, a candidata à presidência francesa Marine Le Pen, da ultradireitista Frente Nacional, fez uma ode ao seu país: “Podem me chamar de brega, mas eu adoro essa França milenar, sua cultura, sua língua, suas fronteiras”.

Segundo as últimas pesquisas, o desempenho de Marine na eleição francesa deste domingo, dia 7, não deve passar de 40% dos votos. Mesmo que venha a ser derrotada, sua Frente Nacional se consolidará como um dos três maiores partidos do país e terá chances consideráveis no próximo pleito presidencial.

Matéria nesta edição de VEJA analisa os fatores que levam à ascensão do nacionalismo, explica a sua essência e compara as diferenças em suas manifestações regionais, tanto na Europa como na América Latina. 

“No nacionalismo, entende-se que o mundo é composto por comunidades de membros iguais. Dentro das fronteiras, é como se todos possuíssem a mesma dignidade”, diz a cientista política americana Liah Greenfeld, que escreveu livros sobre o assunto. Ao se revoltar contra os diferentes, o nacionalismo ataca tanto as minorias quanto os imigrantes e estrangeiros.

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