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Rei da Espanha exalta em discurso que justiça é igual para todos

Por Da Redação
24 dez 2011, 19h14

Madri, 24 dez (EFE).- O rei Juan Carlos I da Espanha afirmou neste sábado que qualquer atitude contestável cometida por pessoas com cargos públicos deve ser ‘julgada e sancionada de acordo com a lei’, já que ‘a justiça é igual para todos’.

A afirmação justifica a atitude adotada pela Casa Real espanhola, que decidiu afastar dos atos oficiais um de seus membros, Iñaki Urdangarin, uma decisão sem precedentes na história da coroa espanhola. O genro do monarca está sendo investigado por conta de uma suposta participação em um caso de corrupção.

Em sua tradicional mensagem de Natal, transmitida para todo o país, o monarca também advertiu que o caminho da recuperação econômica ‘não será curto, nem fácil e exigirá muitos sacrifícios’, enquanto reivindicou aos terroristas da ETA que entreguem ‘suas armas assassinas e desapareçam para sempre’.

Na alocução, muito esperada este ano após o escândalo que afeta Iñaki Urdangarin, marido da infanta Cristina, o rei pediu para não generalizarem comportamentos individuais, ‘já que poderiam cometer uma grande injustiça’. Segundo o rei, essa situação poderia fragilizar as instituições que são necessárias para a verberação da sociedade espanhola.

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Após manifestar sua vontade de falar ao país ‘com sinceridade e realismo’, o rei declarou que se preocupa ‘enormemente’ com a desconfiança que parece se estender em alguns setores da opinião publica em relação ‘a credibilidade e o prestígio’ de algumas instituições da Espanha.

‘Necessitamos de rigor, seriedade e exemplos em todos os sentidos, principalmente das pessoas com responsabilidades públicas. Devemos ter um comportamento adequado e exemplar’, insistiu o rei, que considerou como ‘natural’ a reação da sociedade diante de casos de corrupção.

Em sua mensagem, o monarca também se referiu à ‘severa’ crise econômica do país e reivindicou que todas as medidas econômicas tenham como objetivo final a recuperação do emprego, já que as elevadas taxas de desemprego são ‘moralmente ruim para um país vertebrado, moderno e solidário como a Espanha’. Atualmente, o país conta com quase cinco milhões de desempregados. EFE

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