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Rebeldes recorrerão à Al Qaeda se o Ocidente não ajudar

Oposição pede reação internacional contra a repressão de Assad: uma 'zona de exclusão aérea' ou a entrega de armas ao Exército Sírio Livre. Para os analistas, quanto mais se alongar o conflito civil, maior é o risco de que ele se radicalize

Por Da Redação 16 ago 2012, 13h48

Os rebeldes de Aleppo, principal cidade do norte da Síria, ameaçaram recorrer à rede Al Qaeda para obter ajuda caso o Ocidente mantenha sua rejeição em fornecer armas aos insurgentes sírios para combater as forças do ditador Bashar Assad. “Não queremos a Al Qaeda aqui, mas se ninguém nos ajudar, vamos nos aliar a eles”, diz Abu Amar, comandante rebelde de Bab al Nasr, centro de Alepo, cenário de combates há quase um mês. “Aposto que se esses combatentes vierem, lavarão o cérebro dos habitantes, e, se entrarem em Alepo, a cidade se transformará em sua base em três meses”, ressaltou ainda.

Entenda o caso

  1. • Na onda da Primavera Árabe, que teve início na Tunísia, sírios saíram às ruas em 15 de março de 2011 para protestar contra o regime de Bashar Assad.
  2. • Desde então, os rebeldes sofrem violenta repressão pelas forças de segurança, que já mataram milhares de pessoas no país.
  3. • A ONU alerta que a situação humanitária é crítica e investiga denúncias de crimes contra a humanidade por parte do regime.

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