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Quase dez dias depois das explosões, ainda há incêndios em Tianjin

Equipes de bombeiros chineses se revezam para combater ininterruptamente quatro focos de incêndio e resfriar tanques que correm o risco de explodir por causa do calor

Por Da Redação 21 ago 2015, 08h27

Quase dez dias depois das violentas explosões em um terminal de contêineres no porto de Tianjin, no norte da China, ainda há focos de incêndios, chamas e risco de explosão em alguns reservatórios que abrigam produtos inflamáveis. Dezenas de equipes de bombeiros chineses se revezam em turnos para garantir um ininterrupto combate às chamas e resfriamento de tanques ameaçados. Segundo as autoridades há ainda quatro grandes incêndios no local.

Os bombeiros informaram que um dos “pontos de combustão” fica em uma unidade de logística de automóveis próxima ao epicentro das explosões. O número de mortos nas duas explosões do dia 12 de agosto chegou nesta sexta a 116, com 60 pessoas ainda desaparecidas. As equipes de resgate não têm esperança de encontrarem as vítimas desaparecidas com vida e já iniciaram os trabalhos para tentarem localizar fragmentos de corpos.

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Segundo publica a agência oficial “Xinhua”, 65 dos 116 mortos são bombeiros e sete são policiais, acrescentando que todas as vítimas já foram identificadas com exames de DNA. Os bombeiros e policiais trabalhavam no local quando houve a segunda e mais violenta explosão no terminal. O acidente também espalhou uma grande quantidade de cianeto de sódio, um composto químico altamente tóxico.

(Da redação)

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