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Príncipe Harry visitará o Brasil em março

Agenda inclui passeios pelo Rio de Janeiro e por São Paulo

Por Da Redação - 19 jan 2012, 16h21

O príncipe Harry da Inglaterra, filho mais novo do príncipe Charles, visitará o Brasil em março, anunciou nesta quinta-feira o ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague. A visita deve ser realizada entre os dias 9 e 11 de março na companhia de Hague, e além do Rio, onde ele participa de um evento no Pão de Açúcar, incluirá também São Paulo.

O objetivo é promover a Grã-Bretanha no exterior, durante ano em que o país acolherá os Jogos Olímpicos e o Jubileu de Diamante, o 60º aniversário de coroação de Elizabeth II. Hague afirmou que a visita servirá para “celebrar”‘ o bom estado da relação entre os dois países.

A viagem de Harry ao Rio será a primeira de um membro da realeza britânica ao país desde 2009, quando o príncipe Charles fez uma visita de quatro dias, acompanhado de sua mulher, a duquesa da Cornualha, Camilla Rosemary Mountbatten-Windsor.

Diplomacia – Hague disse que Londres quer estreitar as relações econômicas e diplomáticas com o Brasil e o resto da América Latina, região com a qual quer trabalhar como “parceiros iguais”. No plano comercial, o chanceler defendeu conseguir um acordo entre a União Europeia e o Mercosul, que qualificou como ‘de grande importância’, e a conclusão da Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC).

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Além disso, ele reiterou o apoio britânico à ampliação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas e às aspirações do Brasil de conseguir um assento permanente nesse organismo. O chanceler britânico elogiou o papel do Brasil na redução da pobreza e no combate à fome, assim como seu empenho no apoio da paz e dos direitos humanos no mundo.

Ele também saudou a política brasileira de defesa do meio ambiente e afirmou que a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20, que será realizada em junho no Rio de Janeiro, será uma “grande oportunidade para impulsionar o desenvolvimento sustentável e a redução da pobreza”.

(Com agência EFE)

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