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O juiz Matthew Nicklin afirmou que os reclamantes deveriam ter provado que as informações publicadas no veículo foram obtidas ilegalmente e que somente a suspeita não é suficiente.
“O tribunal rejeitou o argumento de que, simplesmente pelo fato de a informação ser privada e de a Associated Newspapers Limited (ANL) não conseguir explicar de forma conclusiva como a tinha obtido, o artigo em questão tivesse necessariamente sido obtido de forma ilegal”, escreveu o magistrado.