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Príncipe Andrew pede para ser julgado por júri em caso de abuso sexual

O membro da Família Real nega as acusações de que se envolveu sexualmente com Virginia Giuffre, na época com 17 anos

Por Matheus Deccache 27 jan 2022, 15h45

O príncipe Andrew respondeu formalmente ao processo que o acusa de abusar sexualmente da americana Virginia Giuffre, no início dos anos 2000, negando as alegações e exigindo um julgamento por júri. 

Giuffre alegou em uma ação no ano passado que o financista Jeffrey Epstein e a socialite Ghislaine Maxwell a coagiram a fazer sexo com o membro da Família Real quando ela tinha 17 anos. 

No início do mês, o juiz responsável pelo caso negou o pedido de arquivamento feito por Andrew, levando-o a responder formalmente às acusações e exigindo um julgamento por júri para confrontar publicamente sua acusadora. 

Embora não admita nenhuma falha, o príncipe disse que se Giuffre sofreu algum abuso, então ela e outros foram culpados. Em resposta, o advogado da americana, David Boies, disse que a realeza tenta culpar a vítima em seu processo.

“Estamos ansiosos para confrontar o príncipe Andrew com suas negações e tentativas de culpar Giuffre por seu próprio abuso em seu depoimento e no julgamento”, disse ele em comunicado. 

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Andrew, que é o nono na linha de sucessão ao trono britânico, foi recentemente destituído de suas filiações e patrocínios militares, uma vez que o Palácio de Buckingham procurou se distanciar da batalha legal. Ele também concordou em não usar o título “Sua Alteza Real”.

No final de 2021, Ghislaine Maxwell foi condenada por acusações de tráfico sexual por recrutar e aliciar adolescentes menores de idade para realizar atos sexuais com o financista Jeffrey Epstein. 

O príncipe Andrew foi uma das várias figuras famosas que foram mencionadas ao longo de três semanas de julgamento. 

A defesa de Maxwell disse que planeja apelar do veredicto e chamaram a socialite de bode expiatório, uma vez que ela foi acusada quase um ano depois da morte de Epstein.

O príncipe negou a maioria das alegações ou disse que não tinha informações suficientes para responder. Ele admitiu que conheceu o bilionário em 1999 e que voou no jato do financista. 

Além disso, Epstein e Maxwell participaram da festa de Andrew em 2000, de acordo com o documento. No entanto, ele disse nunca ter se envolvido em atos sexuais com Giuffre.

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