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Primeiro-ministro de Israel diz que o mundo deve se unir contra o terrorismo

Por Gali Tibbon 11 set 2011, 11h25

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou neste domingo que, após 10 anos dos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos, o terrorismo ainda representa uma ameaça contra a qual o mundo deve se unir.

“Hoje marca os 10 anos de um monumental ataque terrorista, onde 3.000 civis inocentes de diferentes nacionalidades foram assassinados em Nova York e Washington”, afirmou ao conselho dos ministros, segundo comunicado de seu escritório.

“Nós estamos engajados nesta luta contra o terrorismo (…). As forças e os regimes islâmicos radicais ameaçam os regimes árabes e muçulmanos moderados”, acrescentou.

“O terrorismo ameaça a existência até mesmo do Estado de Israel. A influência de regimes radicais como o do Irã visa a instabilidade do Oriente Médio, a segurança de Israel, a segurança da Europa e dos Estados Unidos, e até a da Rússia”, continuou Netanyahu.

“Este combate não acabou. Precisamos nos unir (…) e agir em conjunto contra este flagelo”, disse.

Segundo o primeiro-ministro, “é evidente que a ameaça seria muito maior se os regimes islâmicos radicais fossem dotados de armas de destruição em massa”.

Na ocasião do 10° aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, o presidente israelense Shimon Peres escreveu à Barack Obama para expressar sua solidariedade com “o povo americano e as famílias em luto”.

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