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Primeiro-ministro da Ucrânia pede que Rússia retire suas tropas da Crimeia

Russos, por sua vez, denunciaram que homens armados procedentes de Kiev tentaram invadir o Ministério do Interior em Simferopol, capital da república autônoma, durante a madrugada deste sábado

Por Da Redação
1 mar 2014, 10h06

O primeiro-ministro do governo provisório da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, pediu neste sábado, durante uma reunião do governo, que a Rússia envie suas tropas mobilizadas no território da Crimeia de volta para suas bases, uma vez que o deslocamento viola os acordos bilaterais. A imprensa ucraniana informou que militares armados com metralhadoras utilizadas habitualmente pelo Exército russo tomaram posições junto ao Parlamento da Crimeia em Simferopol, a capital da república autônoma.

“Agora na Crimeia a presença de militares russos é inapropriada. Representa uma violação das provisões básicas do acordo relativo à presença temporária da Frota do Mar Negro da Rússia em território da Ucrânia”, declarou Yatseniuk. “Pedimos que o governo russo e suas autoridades ordenem que suas tropas retornem para suas bases”, completou o chefe do novo governo ucraniano, nomeado na última quinta-feira, 27 de fevereiro. Ele ainda garantiu que a Ucrânia não cairá em provocações e não utilizará a força como resposta.

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Invasão ao Ministério – Também neste sábado, a Rússia denunciou que homens armados procedentes de Kiev tentaram invadir durante a madrugada o Ministério do Interior em Simferopol, capital da república autônoma da Crimeia, e que há “vítimas”. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, expressou grande preocupação com esse incidente.

“A Rússia está extremamente preocupada com o desenvolvimento dos últimos eventos na Ucrânia. Na madrugada de 1º de março, homens armados não identificados, que chegaram de Kiev, tentaram invadir o edifício do Ministério do Interior da república autônoma da Crimeia”, afirmou o texto. “Como resultado dessa provocação traiçoeira há vítimas. Graças à decisiva atuação das brigadas de autodefesa, a tentativa de ataque ao Ministério foi repelida”, acrescentou.

O Ministério exigiu contenção às autoridades de Kiev e considerou uma ‘irresponsabilidade’ que se continue inflamando a já tensa situação na Crimeia. O comunicado da Chancelaria russa foi divulgado depois que o primeiro-ministro da Crimeia, Sergei Aksionov, pediu ao presidente russo, Vladimir Putin, ajuda para restabelecer a paz e a tranquilidade nessa região ucraniana cuja maioria da população é de origem russa.

(Com agência EFE)

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