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Presidente da China pede que país esteja preparado para combate militar

Segundo Xi Jinping, pandemia de coronavírus ameaça segurança nacional chinesa

Por Da Redação Atualizado em 26 Maio 2020, 10h20 - Publicado em 26 Maio 2020, 09h57

O presidente da China, Xi Jinping, disse nesta terça-feira, 26, que o país tem de intensificar sua preparação para combates armados e melhorar sua capacidade de cumprir tarefas militares, pois a pandemia de coronavírus está tendo um profundo impacto na segurança nacional chinesa, informou a televisão estatal.

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O desempenho da China no combate ao coronavírus mostrou o sucesso da reforma militar, disse Xi, acrescentando que as Forças Armadas devem explorar novas formas de treinamento em meio à pandemia.

Xi, que preside a Comissão Militar Central da China, fez os comentários quando participava de sessão plenária da delegação do Exército de Libertação Popular e da Polícia Armada do Povo, em meio à sessão anual do Parlamento chinês.

  • Hong Kong

    O governo central da China apresentou na sexta-feira 22 um texto bastante polêmico ao Parlamento para proibir a “traição, secessão, sedição e subversão” em Hong Kong. A nova lei deve restringir a autonomia concedida à ilha.

    A fim de tranquilizar os investidores estrangeiros preocupados com as liberdades na ex-colônia britânica, a chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, afirmou nesta terça que o projeto de lei refere-se apenas a “um punhado de criminosos”. O texto deve ser analisado pelo Parlamento nesta quinta-feira 28.

    No domingo 24, o ministro das Relações Exteriores chinês pediu que a lei seja aplicada “sem demora”. Essa reação após meses de protestos em massa em Hong Kong em 2019, muitas vezes violentos, também é uma resposta à incapacidade das autoridades locais de aprovarem este texto, que já havia desencadeado uma contestação no território no passado.

    A lei é vista por muitos cidadãos de Hong Kong como a violação mais grave do princípio “um país, dois sistemas”, que supostamente garante a Hong Kong liberdades inexistente em outras partes da China até 2047. Uma preocupação compartilhada por algumas capitais ocidentais e por investidores estrangeiros.

    No comando de um Executivo totalmente alinhado com Pequim, Lam considerou nesta terça a preocupação com as liberdades de Hong Kong “totalmente infundada”. O projeto “visa apenas a um punhado de criminosos e protege a grande maioria dos habitantes que respeita a lei e que ama a paz”, disse a repórteres.

    (Com Reuters e AFP)

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