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Presidente da China elogia liberdades democráticas de Hong Kong

Por Da Redação - 1 jul 2012, 04h44

Pequim, 1 jul (EFE).- O presidente da China, Hu Jintao, disse neste domingo que Hong Kong desfruta das maiores liberdades e direitos democráticos que teve em sua história e que o princípio de um país dois sistemas é a melhor solução para a ilha, durante a posse do novo chefe de Governo hongkonês, Leung Chun-ying.

Este ato coincidiu com a comemoração do 15º aniversário do retorno à China da que outrora tinha sido uma colônia britânica.

O presidente da China qualificou o sistema do Governo da ilha como a melhor solução de prosperidade e estabilidade a longo prazo.

Hu mencionou também que há 15 anos e sob esta fórmula, o sistema político democrático em Hong Kong foi desenvolvido de forma progressiva e ordenada.

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Ele pediu ao Governo de Hong Kong para focar sua atenção em seus cidadãos com o objetivo de eliminar as tensões sociais e fomentar a harmonia e estabilidade na antiga colônia.

Por outro lado, Hu conclamou todos os setores sociais a fomentar o amor em relação à China e a Hong Kong, trabalhando por ampliar a unidade de ambos os territórios.

Após jurar seu cargo como terceiro chefe do Governo de Hong Kong, Leung prometeu dar solução aos problemas de habitação de Hong Kong, cuja escalada de preços criou um abismo entre ricos e pobres e causou grande mal-estar na população.

A cerimônia não ficou alheia aos confrontos entre manifestantes e a Polícia fora do centro de convenções, onde o evento aconteceu, e dentro, já que um manifestante tentou interromper Hu no início de seu discurso, embora tenha sido expulso da sala por agentes de segurança em questão de segundos.

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Com a posse termina a visita de Hu a Hong Kong na qual participou dos atos oficiais programados por ocasião do aniversário da transferência à China e que não esteve livre de mostras de protesto durante os três dias que durou sua breve visita, a segunda como máximo líder chinês.

Para esta tarde esta convocada uma manifestação pelas ruas da cidade, para a qual se espera a presença de dezenas de milhares de pessoas, como acontece a cada 1º de julho desde 2003, para exigir mais autonomia e liberdades democráticas para Hong Kong. EFE

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