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Prefeito de NY pede paralisação parcial de atividades não essenciais

Ao todo, 20 bairros identificaram aumento de casos; em nove deles, a taxa de contágio ficou acima dos 8%

Por Da Redação Atualizado em 5 out 2020, 13h24 - Publicado em 5 out 2020, 13h20

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, propôs no domingo 4 a paralisação de todas as atividades não essenciais em nove distritos da cidade em que foram detectados surtos de Covid-19.

A medida valerá para todas as localidades em que o índice de resultados positivos por teste de diagnóstico supere a marca de 3% durante sete dias consecutivos. Segundo dados oficiais, há 14 dias, os níveis de positivo nas regiões especificadas por De Blasio estão acima de 3%, sendo que algumas já beiram a marca de 8% na taxa de contaminação.

Além da suspensão de atividades essenciais em nove distritos, o prefeito pede que sejam interrompidas outras consideradas de “alto risco” em outros 11 distritos da cidade de Nova York. No documento enviado, De Blasio pede que a paralisação de atividade seja iniciada já nesta quarta-feira 7.

A proposta, que precisará da aprovação do governador, Andrew Cuomo, para entrar em vigor, ainda fala que restaurantes só devem oferecer comida para que os clientes levem para casa ou para entrega à domicílio, impedindo que as pessoas comam no interior dos estabelecimentos.

  • O governador de Nova York não se manifestou sobre o apelo de De Blasio. Cuomo ainda afirmou que as administrações municipais não fizeram um trabalho efetivo nas regiões que apresentaram surtos nas últimas semanas.

    Além dos distritos do Brooklyn e do Queens, na cidade de Nova York, também foram detectados contágios em grande escala nos condados de Rockland e Orange.

    Nova York foi o estado mais afetado nas primeiras semanas da pandemia em solo americano. Ao todo, foram 469.307 casos e 32.813 mortes por Covid-19 no estado.

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