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Polícia nega ter dado informações sobre DNA de Kahn

Análises devem confirmar se houve ou não envolvimento sexual entre os dois

Por Da Redação 24 Maio 2011, 11h06

A polícia de Nova York negou, nesta terça-feira, ter fornecido informações sobre o resultado do exame de DNA a que foi submetido o ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn. Ele é acusado pela Justiça americana de sete crimes sexuais. Duas redes de televisão dos Estados Unidos e uma da França haviam anunciado, na última segunda que havia sido encontrado vestígios do DNA de Strauss-Kahn na roupa da camareira de hotel de 32 anos que o acusa de abuso.

Citando fontes ligadas à investigação, as redes ABC e NBC asseguraram que os resultados das análises tinham sido enviados no domingo às autoridades francesas, mas sem citar fontes. O site do canal de televisão France 2 havia informado que o esperma do ex-chefe do FMI tinha ficado na gola da camisa da camareira.

Na segunda-feira, a polícia e o gabinete do promotor se negaram a comentar as informações. “Nada será revelado antes do julgamento”, limitou-se a dizer um porta-voz do gabinete, Erin Duggan. Essas análises devem confirmar se houve ou não envolvimento sexual entre os dois, mas, segundo especialistas, a existência de violência seria mais difícil de ser verificada.

Tribunal – A próxima audiência no Tribunal Criminal de Nova York está prevista para 6 de junho. Caso seja considerado culpado das sete acusações, DSK, como é conhecido, pode ser condenado a até 74 anos de prisão. O ex-chefe do FMI, de 62 anos, está em prisão domiciliar em um apartamento no sul de Manhattan.

(Com agência France-Presse)

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