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Polícia de NY investe em tecnologia para impedir atentados

Por The New York Times 3 Maio 2010, 14h31

O departamento de polícia de Nova York planeja criar uma rede de segurança de alta tecnologia para a região de Times Square e arredores, o chamado Midtown. O projeto envolve câmeras de vigilância, leitores de placas de automóveis e sensores químicos, mas ainda não está claro se tais ações seriam suficientes para prevenir a tentativa de atentado com carro-bomba na noite de sábado. A rede, cujo padrão segue modelo existente em outra região da cidade, deve envolver câmeras de segurança públicas e privadas e leitores de placas para acompanhar o movimento de veículos entre as ruas 34 e 59, de lado a lado da ilha. Como não houve registro de roubo da placa e do carro usado na tentativa de atentado, não seria disparado nenhum alarme.

Eventualmente, de acordo com oficiais da polícia, as redes poderiam informar a movimentação de carros em áreas consideradas suspeitas. Como a rede de segurança ainda não funciona em Midtown, não se sabe como o carro chegou à região na noite de sábado. Sensores para armas químicas, biológicas e radioativas poderiam disparar alarmes, desde que o material encontrado no veículo, ainda não totalmente analisado, fosse detectado. A polícia conta com um orçamento de 24 milhões de dólares para dar início à rede de segurança. O comissário de polícia Raymond Kelly espera dinheiro federal para fechar a conta. De acordo com um porta-voz da polícia de Nova York, os leitores de placa já estão em uso.

“Não há problema nenhum em fazer isso”, disse Louis Anemone, um oficial aposentado do departamento de polícia da cidade. “Da próxima vez, ninguém chegará tão longe por causa da tecnologia.” Ainda que a rede não consiga ajudar a prevenir ataques, diz Anemone, “vai ajudar a facilitar a identificação de envolvidos e oferecerá boas fotos para os policiais”. Raymond Kelly, que define a rede de segurança como uma “gigantesca nova área de atuação para nós”, está entusiasmado com a eficácia do sistema. “É uma grande promessa.” A União pelas Liberdade Civis de Nova York demonstrou preocupação sobre a privacidade e acionou o departamento de polícia e o departamento de segurança interna. O grupo quer saber quanto tempo as imagens e os dados serão mantidos em bancos de dados.


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