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Pequim acusa partidários do Dalai Lama de fomentar revolta no Tibete

Uma autoridade chinesa acusou partidários do Dalai Lama de fomentar revoltas nas regiões tibetanas, no momento em que se aproxima o aniversário dos confrontos de 2008.

Jia Qinglin, a quarta mais importante autoridade na hierarquia do Partido Comunista, afirmou que “o bando do Dalai Lama está fomentando incidentes no Tibete e nas quatro províncias habitadas por tibetanos”, durante uma reunião nesta sexta-feira.

O mês de março é marcante para os tibetanos, pois nesta mesma época, em 1959, o Dalai Lama, seu chefe espiritual, foi para o exílio, depois do fracasso de uma revolta, atravessando a pé o Himalaia até chegar à Índia.

Em março de 2008, as manifestações de monges budistas em Lhasa, a capital do Tibete, pelo 49º aniversário do levante e exílio do Dalai Lama, se converteu em tumultos e confrontos violentos.